GUERRA CONTINUA
Trump adverte que Irã "deixará de existir" se EUA continuar ataques
Estados Unidos atacaram inúmeros alvos no Irã neste sábado, 27


O presidente Donald Trump afirmou neste sábado, 27, que o Irã "deixará de existir" caso os Estados Unidos decidam voltar à guerra contra o país, ao acusar Teerã de violar o cessar-fogo.
"É muito provável que eles nunca aprendam a lição. É possível que, um dia, já não possamos agir com prudência e sejamos obrigados a concluir, por meio da força militar, a missão que iniciamos com tanto sucesso. Se isso acontecer, a República Islâmica do Irã deixará de existir", escreveu Trump em sua rede social, Truth Social.
Ele acrescentou que as Forças Armadas americanas atacaram depósitos de mísseis e drones do Irã.
Ataque a múltiplos alvos
Os Estados Unidos atacaram nesta sábado "múltiplos alvos" no Irã, em resposta a um novo ataque contra um navio nas proximidades do Estreito de Ormuz, anunciou o Exército americano.
A Força Aérea dos Estados Unidos "realizou novos ataques contra múltiplos alvos no Irã", dirigidos contra "infraestruturas de vigilância militar iranianas, sistemas de comunicação, instalações de defesa aérea, depósitos de drones e meios utilizados para a colocação de minas", informou o Comando Central dos Estados Unidos (Centcom) em publicação na rede social X.
Leia Também:
Segundo o Centcom, os bombardeios foram realizados em represália a um ataque cometido por um drone iraniano contra um petroleiro de bandeira panamenha. A embarcação transportava mais de dois milhões de barris de petróleo bruto pelo Estreito de Ormuz.
Veículos de comunicação iranianos informaram sobre várias explosões nas regiões de Sirik e Qeshm, no sul do país.
Na sexta-feira, os Estados Unidos realizaram seu primeiro ataque contra o Irã desde a assinatura do memorando de entendimento entre os dois países, em 17 de junho. O acordo estabeleceu um cessar-fogo e abriu um período de negociações para um tratado de paz.
Em resposta, Teerã afirmou ter atacado alvos americanos na região do Golfo.
O Centcom informou que "o tráfego de navios comerciais continua no Estreito de Ormuz", apesar dos ataques recentes.


