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'CRIME DE GUERRA'

Venezuela investiga mortes provocadas por ofensiva militar dos EUA

Governo venezuelano ainda não divulgou números oficiais de mortos ou feridos na operação

Gustavo Nascimento

Por Gustavo Nascimento

06/01/2026 - 19:58 h | Atualizada em 06/01/2026 - 20:45
Tarek William Saab, procurador-geral da Venezuela
Tarek William Saab, procurador-geral da Venezuela -

A Venezuela anunciou nesta terça-feira, 6, a nomeação de três procuradores para investigar as mortes provocadas pelo ataque militar dos Estados Unidos ao país, que resultou na captura do presidente Nicolás Maduro e de sua esposa, Cilia Flores, na madrugada do último sábado, 3.

“Nós, do Ministério Público, nomeamos três procuradores para investigar as dezenas de vítimas civis e militares inocentes que morreram durante este crime de guerra, esta agressão sem precedentes contra a pátria venezuelana”, afirmou Tarek William Saab, procurador-geral da Venezuela, durante uma cerimônia oficial que marcou o início de um novo mandato de cinco anos da Assembleia Nacional.

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O governo venezuelano ainda não divulgou números oficiais de mortos ou feridos na ofensiva estadunidense.

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Por sua vez, o chefe do Ministério Público classificou a ação como uma violação grave do direito internacional, afirmando que essa foi a primeira agressão militar direta de uma potência estrangeira contra o território venezuelano em mais de 200 anos.

Denúncia de sequestro internacional

Durante o evento, Saab também criticou a detenção de Maduro nos Estados Unidos e pediu para que Alvin Hellerstein, o juiz responsável pelo processo contra o líder venezuelano em Nova York, reconheça a “absoluta falta de jurisdição” da Justiça norte-americana para julgar um chefe de Estado em exercício.

Além disso, Saab exigiu a libertação imediata do chavista e da esposa, convocando a comunidade internacional a condenar o que chamou de terrorismo de Estado. “Que cessem todas as violações dos direitos humanos cometidas contra o presidente, sua esposa e o povo venezuelano”, destacou.

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Tags:

direitos humanos Nicolás Maduro política internacional Tarek William Saab venezuela

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