OPINIÃO
Espaço do Leitor: Presídios e Congresso
Percebemos muitas similaridades entre o que acontece dentro dos presídios com suas facções criminosas e o Congresso Nacional com seus partidos. Prejuízos para o erário, contra a estrutura governamental, enfim, contra o povo brasileiro que paga com impostos essas pocilgas. A única diferença até agora é que nos presídios acontecem motins, rebeliões sangrentas e centenas de bandidos são assassinados anualmente no interior das penitenciárias brasileiras. Já no Congresso ocorrem motins e rebeliões por cargos, dinheiro e principalmente poder, mas sem que até o momento se registrasse crimes violentos. Rafael Moia Filho, [email protected]
Presos têm que trabalhar
Com o massacre de presos em Manaus, ninguém falou em colocar os presos para trabalhar, nem em penas rigorosas, com prisão perpétua, pena de morte pra crimes hediondos, passar a pena máxima de 30 anos para 60 anos de reclusão, em regime fechado, trabalhando. Prisão de menor para 30 anos em regime fechado, trabalhando e estudando. Menor para a justiça só com menos de 10 anos. As pessoas têm medo de falar em pena de morte, porque podem vim a ser vítimas dela. Principalmente os políticos corruptos. As pessoas dizem que são contra a pena de morte até o dia em que seu filho menor sofrer um estupro e for morto pelo bandido, ele muda de ideia logo. Existe a pena de morte para o bandido que assalta e mata sua vítima, sem dó e piedade. Quando acontece isto a comunidade local sai em passeata pelas ruas, de branco, pedindo paz e justiça, a justiça é difícil neste país. Não acontece nada, só engarrafa o trânsito. Tem que ir para Assembleia Legislativa pedir novas leis para o país. A pena de morte não vai acabar com os crimes nem com a violência do país, mais vai melhorar 90%. Severino da Silva, [email protected]
Lixo em Amaralina
É lamentável que venha a usar o espaço desse conceituado jornal para queixar-me do volume de lixo acumulado todos os dias na transversal que liga a Av. Amaralina à rua Visconde de Itaboray, citando que o lixo é jogado na frente de uma cliníca, e tendo um hotel no começo da rua. Diariamente os moradores são obrigados a ver pessoas com carrinhos de mãos, trazendo o lixo produzido nas rua de cima, e de casas que estão em construção. O depósito é feito em um terreno de uma faculdade desativada, que antes servia de estacionamento. O que se estranha é que o terreno está há anos abandonado e sem o devido cuidado, servindo de moradia e banheiro para desocupados, além de esconder os amigos do alheio nas brumas da noite, em um flagrante desrespeito aos moradores, e ainda por cima sendo foco de doenças, mosquitos e muriçocas, sem que se tome nenhuma providência. A prefeitura até que recolhe uma parte do lixo deixada visível, mas diariamente é colocado mais lixo e sujeira no local. A fiscalização da prefeitura pode autuar o proprietário do terreno, bem como multar as casas em construção que contribuem para a sujeira pública, além da vigilância sanitária fazer seu papel em prol da saúde pública. O que não pode é os moradores do local conviverem com essa baderna diária, em um local público, em frente a um dos cartões postais de Salvador, que é a praia de Amaralina, atualmente abandonada pelos poderes públicos. Jose Fernando Valverde Noronha Noronha, [email protected]
Novo ferry
Quem acredita que a compra de um novo ferry vai desafogar as filas intermináveis nos terminais acredita em Papai Noel. Todos sabemos que o problema das filas não é por número insuficiente de ferries, mas sim pelo número insuficiente de bandejas de atracação nos terminais, que faz com que as manobras sejam lentas, mesmo com um ferry pronto para partir. A compra de novos ferries sempre é anunciada no verão como a salvação da pátria... Por que ao invés da compra não se investe numa reforma dos terminais, principalmente agora com o projeto da ponte Salvador-Itaparica, quando os ferries serão utilizados mais por pedestres? Nos causa vergonha que a porta de saída para a nossa bela Baia de Todos-os-Santos seja através de um terminal velho, anacrônico, mal sinalizado, parecendo um mercado de pulgas ou uma torre de babel, onde misturam-se passageiros, carros, ambulantes, num ambiente caótico e sujo. Com a palavra o Sr. Marcus Cavalcanti e a Internacional Travessias. Dilu Machado, [email protected]
Antes que seja tarde
José dos Santos é um trabalhador muito popular na Rua Érico Verissimo e adjacências que entrega garrafões de água em diversos apartamentos e casas. Ele mora na Rua 18 de dezembro, 84-E, na Boa Vista de São Caetano, e em outubro passado me procurou pedindo que solicitasse da prefeitura providências no sentido de impedir um deslizamento de terra nas proximidades da Escola Helena Magalhães, naquele bairro, que representa perigo aos que residem nos barracos vizinhos. Soube que o pedido foi encaminhado pela Prefeitura Bairro Liberdade/ São Caetano à Codesal, porém até hoje nada foi feito, embora se trate de obra de pequeno porte. O período de chuvas se aproxima, motivo pelo qual faço um apelo à Codesal para que adote com urgência as devidas providências, antes que o problema se agrave. Reinaldo Mauro de Oliveira, [email protected]
