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BEBÊ HELENA

Laudo aponta que bebê morreu por asfixia e descarta violência sexual

Perícia não encontrou sêmen, material genético ou drogas; Polícia Civil reclassifica o crime

Andrêzza Moura
Por
Resultado da perícia concluiu que Helena morreu por asfixia
Resultado da perícia concluiu que Helena morreu por asfixia - Foto: Arquivo / Elza Fiúza / Agência Brasil

A investigação sobre a morte da bebê Helena Almeida, de 10 meses, ocorrida em Fortaleza, no Ceará, na última segunda-feira, 13, teve um novo desdobramento após a divulgação do laudo da Perícia Forense do Estado do Ceará (Pefoce), nesta sexta-feira, 17.

O documento concluiu que a criança morreu por asfixia e não sofreu violência sexual, como havia sido afirmado anteriormente após suspeita inicial apresentada pelo hospital onde ela foi atendida.

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Segundo a Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS), os exames não encontraram vestígios de sêmen, nem material genético dos dois homens envolvidos no caso.

Também foram descartadas a presença de álcool e drogas no organismo da bebê.

Nota Secretaria de Segurança Pública

“Foram realizados exames laboratoriais de alcoolemia e de drogas no sangue, que não constataram a presença dessas substâncias nas amostras coletadas na criança.

Os exames realizados pela Pefoce também não constataram presença de sêmen e não indicaram presença de material genético dos dois homens envolvidos na ocorrência no corpo dela.

O exame sexológico apontou que não houve violência sexual”, informou a Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social do Ceará (SSPDS), diz a nota.

Com o resultado da perícia, a Polícia Civil reclassificou a investigação para homicídio culposo - quando não há intenção de matar - e deixou de considerar, até o momento, a hipótese de estupro.

Os dois homens presos em flagrante haviam sido autuados inicialmente com base em um relatório médico que apontava indícios compatíveis com violência sexual.

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Ainda de acordo com a Polícia Civil, o documento foi elaborado por profissionais do hospital particular que prestou atendimento à criança. Agora, a polícia tenta esclarecer as circunstâncias da morte por asfixia.

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bebê morta estupro vulnerável Polícia Civil

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