BAHIA
“Debate da Bahia em 2026 perpassa por Conquista”, diz Sheila Lemos
Prefeita de Vitória da Conquista deu entrevista exclusiva para o Portal A TARDE
Por Lula Bonfim

A prefeita de Vitória da Conquista, Sheila Lemos (União Brasil), recebeu a equipe do Portal A TARDE em seu gabinete improvisado na Secretaria Municipal de Infraestrutura. Assim como boa parte da cidade, a sede da prefeitura passa por obras e a gestora despacha do prédio ao lado. Sorridente, ela falou sobre suas realizações, os planos para o segundo mandato e também sobre a política baiana em 2026.
De acordo com Sheila, é preciso que Conquista retome seu espaço no debate político estadual. A prefeita avalia que a cidade passou muito tempo ocupando um local menor na discussão e requer para o terceiro maior município da Bahia uma importância maior nas conversas para 2026.
“Conquista tem que participar. Nós somos a terceira maior cidade do estado, o sexto PIB do estado. É uma cidade que é polo de toda a região sudoeste, inclusive do norte de Minas. Então, é uma cidade que não pode ficar sem ser escutada”, declarou a prefeita.
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Durante a entrevista, Sheila pediu uma maior atenção do governo do estado a Vitória da Conquista, solicitou apoio de Estado e União para a implantação de tarifa zero no transporte público da cidade e também falou sobre a possibilidade de seu chefe de gabinete ser candidato ao Legislativo em 2026.
Confira abaixo a entrevista na íntegra.
A senhora está em seu segundo mandato, possui uma boa avaliação e foi reeleita com 59% dos votos válidos ainda no primeiro turno. Agora, nós vamos nos aproximando dos 100 dias desse novo mandato e gostaríamos de saber, primeiro, o que é que já foi feito dentro desse período e quais serão as prioridades da sua gestão a partir de agora.
No primeiro mandato, a gente assumiu, com a morte do prefeito Herzem Gusmão, e nós procuramos aproximar a gestão das pessoas. Fizemos um governo de pessoas para as pessoas, buscando aproximar cada vez mais a população do Poder Executivo, tendo diálogo direto, inclusive com os servidores públicos. Lançamos alguns programas inovadores no município, como o “Governando com as Pessoas”, no qual a própria população escolhe as ações que serão feitas em seus bairros, desde obras simples de zeladoria, como também obras de infraestrutura.
Depois que a gente conseguiu essa ligação com as pessoas, agora nós colocamos Vitória da Conquista como um exemplo para a Bahia. O que é isso? É pegar todas as ações que são boas na cidade e levar esses bons exemplos para a Bahia. Não é para dizer que somos melhores que ninguém, mas para que a gente mostre o que deu certo aqui e que pode dar certo também em outras cidades, para fazer com que toda essa região Sudoeste cresça com sustentabilidade. Não adianta Vitória da Conquista crescer sozinha. É preciso que as nossas cidades circunvizinhas cresçam também. A gente quer o desenvolvimento sustentável para toda a região.
Hoje, no nosso município, a gente está trazendo inovação. Quando assumimos a prefeitura, a sensação que eu tinha era que a cidade era uma Ferrari e estava sendo pilotada como se fosse um Fusquinha. Estava sendo pouco aproveitado esse potencial, essa vocação que a cidade tem para negócios, para o crescimento. E, desde o prefeito Herzem, lá em 2017, isso tem mudado na cidade, tem-se feito uma gestão mais próxima da iniciativa privada. A gente precisa da iniciativa privada e a iniciativa privada precisa do Poder Público, para que a cidade consiga crescer. E, através disso, a gente tem desenvolvido bastante. Agora, em 2025, vai ser o ano em que a gente vai trazer várias mudanças, para que a gente possa entrar nesse mundo digital e trazer mais rapidez, mais qualidade, na prestação de serviço para a população.
Nesses 100 dias de governo, no dia 10 de abril, nós vamos apresentar todas as entregas até aqui. Já temos muitas coisas sendo executadas, sendo entregues, mas em uma sequência do passado. Terminamos 2024 com muitas obras em andamento e elas serão todas entregues agora em 2025. Através do “Acelera Conquista”, o maior programa de infraestrutura que a cidade já teve, com R$ 160 milhões investidos em obras de infraestrutura e equipamentos de saúde, que serão entregues agora em 2025. A cidade não parou em momento algum, mas a cereja do bolo da nossa gestão serão as inovações que vamos trazer, para que o Poder Público funcione de forma tecnológica, e não mais analógica.
A senhora comentou sobre o mote do seu segundo mandato, de Vitória da Conquista como um exemplo da Bahia. A senhora tem sido especulada como possível integrante de uma chapa majoritária na próxima eleição estadual. Como é que Conquista pode participar do debate político estadual para 2026?
Eu fico honrada do meu nome ser lembrado, nesse momento de composição de chapa para 2026, mas eu fui eleita para ser prefeita de Vitória da Conquista por mais quatro anos e eu acho que é essa a minha missão. É isso que eu tenho no meu coração: cumprir o meu mandato de prefeita. Mas também entendo que a discussão da Bahia em 2026 perpassa por Conquista, que não pode ficar fora dessa discussão. Não que vá ou não vá participar de chapa, mas o debate mesmo. O que vai acontecer com o estado da Bahia? Quais são as propostas para o estado da Bahia? Conquista tem que participar. Nós somos a terceira maior cidade do estado, o sexto PIB do estado. É uma cidade que é polo de toda a região sudoeste, inclusive do norte de Minas. Então, é uma cidade que não pode ficar sem ser escutada.
Pegando esse gancho da cidade-polo do Sudoeste e do Norte de Minas, eu queria falar um pouco sobre essa nova proposta de criação da Região Metropolitana do Sudoeste. Já houve esse debate lá atrás, mas não foi para frente. Como é que isso pode ser pautado mais uma vez e quais são as perspectivas de melhoras para Conquista e para a região sudoeste da Bahia?
O estado da Bahia é um estado gigantesco, com dimensões de países da Europa, e o que tem acontecido é que os governantes, por ficarem ali na capital, na região metropolitana, dão muita atenção ali onde está. Claro, a gente sabe que lá está o maior PIB do estado, está lá na região metropolitana, mas acabam não dando atenção a uma região que pode contribuir muito o estado da Bahia. Então, quando você divide o estado em regiões metropolitanas, fica mais fácil para esse governo central dar atenção às outras cidades.
Isso eu estou falando porque já existe, no estado de Santa Catarina, 13 ou 14 regiões metropolitanas, um estado que é muito menor que o estado da Bahia. Então, o que a gente está propondo não é algo que utopia. Já existe e funciona bem. O que a gente precisa é isso.
Sabemos que tem a Região Metropolitana de Feira de Santana, que foi a única que passou naquela época em que várias outras solicitaram também. E aí tem um questionamento: “ah, mas tem a Região Metropolitana de Feira e não funciona bem”. Não funciona bem porque não existe um fundo, né? A Região Metropolitana tem que ser criada como fundo, porque, sem recurso, não precisa existir. Criar a Região Metropolitana só pela nomenclatura não vai valer a pena, de forma alguma. Então é preciso ser criado um fundo que seja gerido pelas cidades, para que essas cidades possam trabalhar em conjunto e trazer recursos, para que elas cresçam fortes. A gente quer uma Região Metropolitana que realmente funcione.
É essa proposta que o presidente da Câmara, o vereador Ivan Cordeiro, levou ao deputado Vitor Azevedo. Vitor prontamente comprou essa ideia e nós vamos lutar juntos lá com os colegas na Assembleia Legislativa da Bahia, para que a gente possa fazer, não uma Região Metropolitana de Vitória da Conquista, mas uma Região Metropolitana do Sudoeste da Bahia. Claro que tendo Conquista como a principal cidade, mas que agregue todas as outras. É algo que a gente precisa pensar para ajudar quem estiver lá no governo, para enxergar esse interior, que é tão grande, que é tão pujante, que tem vocações diversas, mas que precisa ser visto.
A senhora falou dessa atuação do deputado Vitor Azevedo, que foi eleito pelo PL, mas que integra a base do governador Jerônimo Rodrigues, do PT. Neste momento, tem havido uma grande aproximação entre o governo do estado e prefeitos eleitos pela oposição. Como é hoje a relação entre a prefeitura de Conquista e o governo da Bahia? É saudável? Não é saudável? Precisa melhorar? Como é que a senhora faz essa avaliação?
É uma relação institucional, né? É a prefeita de Vitória da Conquista, terceira maior cidade da Bahia, conversando com o governador do estado. Então, a gente tem que ter esse diálogo, independente de ser adversário político ou não. A gente está tratando da cidade e, o que é bom para Vitória da Conquista, o governador tem obrigação de fazer. Então, eu não posso tratar de forma diferente. Independe se é um aliado ou se é um adversário político. Estamos tratando de algo institucional, que é muito maior do que a política partidária em si.
Mas acho que poderia ser melhor. A gente tem ainda algumas dificuldades de um diálogo mais próximo. Tem-se percebido que muitas coisas não vêm para Vitória da Conquista e a gente acaba não entendendo porque não vêm para aqui. Nós vimos vários investimentos que foram feitos nas cidades próximas aqui de Conquista, cidades muito menores, e não tem esse investimento do governo do estado aqui. Nós temos várias obras que estão com prazo atrasado. A gente não sente esse cuidado que Vitória da Conquista precisa e merece.
Nós estamos vendo aí a obra da barragem, que ficou por anos paralisada, agora retornando. Nós temos estradas que foram anunciadas, que estão paradas. A gente precisa que isso avance. Esse cuidado não é com a prefeita, não é com a prefeitura, é com o povo de Conquista. É com esse povo que elegeu o governador que aí está. Então a gente tem ainda essa necessidade de diálogo mais próximo. Não um diálogo político, mas um diálogo institucional.

O que a população de Vitória da Conquista pode esperar desse segundo mandato na área de Saúde?
É a pauta mais importante e também a mais difícil, porque, para se fazer uma Saúde de qualidade, depende de recursos, de orçamento. E a Saúde no país está sendo subfinanciada. Faltam recursos para se fazer uma Saúde de qualidade. Então, a gente tem essa tratativa, inclusive com conversas com parlamentares, para que se possa pensar uma outra forma de financiar a Saúde, além dessa tabela SUS, que não existe. Não dá para contratar nem médico nem serviço com o que se é pago pela tabela SUS. Esse é um diálogo que precisa ser construído lá no governo federal, para ver como é que vai se fazer Saúde, principalmente depois do período da pandemia, quando os insumos triplicaram de valor e as pessoas estão mais adoecidas, inclusive com doenças que não tinham tanta demanda antes, como as mentais, psicológicas. É um diálogo que precisa começar lá de cima.
Mas a gente não pode ficar de braços cruzados esperando, a gente precisa fazer a nossa parte. Aqui, a gente tem procurado fazer um melhoramento no atendimento, colocando toda a estrutura em um único lugar, para que o cidadão não vá em um espaço fazer a marcação de um exame, em outro para tirar um cartão SUS, em outro para ir em uma farmácia. A gente colocou todos esses serviços em um só lugar, próximo do centro da cidade, onde está a nossa estação de transbordo.
Estamos também facilitando a telemedicina, para a gente conseguir atender mais pessoas, porque nós somos uma cidade de 400 mil habitantes, mas nós temos mais de 1 milhão de cartões SUS, porque a gente não atende só a população de Vitória da Conquista. A gente atende toda a população dessas cidades circunvizinhas.
Temos mais especialidades sendo atendidas na cidade, temos melhoramento das estruturas físicas dos nossos postos de saúde, precisamos levar esse atendimento até a nossa extensa zona rural. Só para você ter ideia, nós temos aqui 12 distritos e 330 povoados, todos com atendimento médico e escola. Então, é algo que a gente precisa pensar bastante em como se fazer. Vamos construir a primeira UPA municipal. Existe uma UPA, mas ela é gerida pelo estado. Então, vamos construir e gerir uma UPA municipal.
O prefeito de Feira de Santana, José Ronaldo, foi buscar o governador e pediu recursos para construir um hospital municipal lá em Feira. Existe essa possibilidade de procurar o governo para que ele aplique recursos na construção de um novo hospital em Vitória da Conquista?
Aqui tem o hospital regional, que é o Hospital de Base, e nós temos um hospital municipal, materno-infantil, que é o Hospital Esaú Matos, gerido pela Fundação Esaú Matos. Nós estamos conversando com o governador, porque a gente precisa de um suporte para esse hospital. Até mesmo porque ele não atende somente o município de Vitória da Conquista, mas sim 200 municípios da Bahia. É o único lugar hoje que a mulher tem para parir dentro de Vitória da Conquista. Nenhum outro hospital tem atendimento obstétrico na cidade, somente o Esaú Matos. Então, a gente precisa desse incentivo, desse aporte do governo do estado, para que a gente faça um melhoramento e amplie esse hospital. Já é pauta com o governador, para que a gente possa fazer isso.
Educação.
A gente sabe que uma sociedade, ela só se transforma através de uma educação. E educação primária é a base de tudo. A gente precisa ter uma escola que realmente ensine e a gente tem feito isso aqui no município: uma escola que verdadeiramente ensina, que a criança saia quando for realmente alfabetizada, que ela saia do Fundamental 1 para o Fundamental 2 estando em condição de estar no Fundamental 2, e assim sucessivamente. A gente tem feito esse trabalho.
E o que seria para fazer esse diferencial? A gente acredita muito em escola em tempo integral. Então nós saímos do município que tinha seis escolas em tempo integral, nós temos hoje 22 e nós queremos dobrar esse número de escolas em tempo integral.
Qual a dificuldade que tem para fazer isso? São 330 povoados, então você tem que fazer estrutura. A gente não tem muitas pessoas morando no mesmo local. A gente tem pessoas espalhadas em 3.700 quilômetros quadrados, que é o município. Então, a gente precisa de recursos, para que a gente possa melhorar essas escolas, colocar mais salas de aula, para que a gente possa ter essas escolas em tempo integral.
Nós construímos a primeira escola em tempo integral da Zona Rural, uma escola para quase 700 alunos. Agora vamos dobrar esse número de escolas em tempo integral e também trazer a comunidade para dentro das escolas, porque a educação, para funcionar, você precisa de bons professores, você precisa de uma estrutura que comporte bem, que dê conforto para alunos e para os servidores públicos, mas você precisa de material didático bom, você precisa que a família esteja junto. Tem que ter esse convencimento de fazer a família participar dessa educação dos filhos.
A gente tem conseguido aqui no município, por isso que somos o município com mais de 100 mil habitantes com o melhor IDEB da Bahia. A gente se orgulha muito disso, mas sabe que precisa melhorar ainda mais.
Transporte público.
Aqui em Vitória da Conquista, na verdade, nós somos até um case de sucesso de transporte público. As cidades de médio e grande porte têm uma dificuldade enorme com o transporte público por conta do valor. Aqui em Conquista, nós temos duas empresas de ônibus rodando com uma tarifa, uma das mais baratas do país, R$ 3,80, sem aumento desde 2018. A população paga esse transporte de R$ 3,80, com quase 100% da frota zero quilômetros, frota nova.
Como é que faz para não aumentar a tarifa? Tem um subsídio?
Tem um subsídio do município. A nossa ideia, o nosso sonho é que a gente consiga oferecer à população um transporte gratuito, que ninguém pague pelo transporte público, porque o transporte público é um dever constitucional do Estado. O Estado tem que oferecer esse transporte para a população. Então, a gente entende que esse transporte tem que ser gratuito. Para isso, a gente precisa que os entes federativos entrem com a sua parte. O município de Vitória da Conquista já faz a sua parte. Então, um transporte que eu custaria R$ 6,80, a população paga só R$ 3,80, porque R$ 3 é o município que entra. Se o Estado entrasse com a sua parte, e a União também entrasse com a sua parte, poderíamos ter a tarifa zero.
Não existe nada de graça. Alguém está pagando. Hoje quem está pagando, está pagando pelo outro que tem a gratuidade. Então, se os entes federativos entrassem pagando, arcando com essas gratuidades, cada um com a sua parte, a gente poderia ter um transporte de qualidade e gratuito para a população. Quem pega o transporte é quem vai trabalhar todos os dias. 90% de quem pega é estudante e o trabalhador. Poderíamos oferecer esse transporte de graça. Agora, precisa boa vontade política e nem todo mundo tem.
O ex-prefeito de Belo Campo, Quinho, tem dito que vai ser o próximo prefeito de Vitória da Conquista. Como a senhora avalia esse posicionamento?
A gente recebe isso de forma muito tranquila. Todas essas cidades aqui circunvizinhas têm uma ligação com Vitória da Conquista e Vitória da Conquista com essas cidades. Vários prefeitos das cidades vizinhas têm residência em Vitória da Conquista, têm negócio em Vitória da Conquista, tem empresas. É a cidade que consegue abraçar todas as outras.
Quanto a ser prefeito de Vitória da Conquista, quem decide isso é a população. Não é o meu querer. Eu não fui prefeita porque eu quis ser prefeita. Eu fui porque a população de Vitória da Conquista me confiou 116.488 votos. Então não depende do querer da pessoa. E acho que qualquer político teria o maior orgulho de ser prefeito de Vitória da Conquista, de Feira, de Salvador, de Itapetinga, de Jequié, das maiores cidades. Isso é natural, não vejo problema nenhum, acho que eleição é lá em 2028 ainda e quem escolhe é a população.
A senhora não descartou se candidatar em 2026, mas também deixou claro que hoje o pensamento é terminar o mandato em 2028. Concluindo esse mandato, quais seriam os próximos planos de Sheila Lemos: retornar à vida empresarial ou continuar na política partidária?
Está muito longe. Nós estamos começando 2025 agora. Não adianta você fazer planos assim pra tão longe. É claro que a gente tem que fazer um planejamento, eu sou administradora de empresas, então a gente vive de planejamento o tempo inteiro. Mas eu fui eleita para ser prefeita de Vitória da Conquista. É meu desejo cumprir meus quatro anos como prefeita de Vitória da Conquista e não pensei ainda lá na frente, o que seria,sSe eu sairia da vida pública, se eu vou continuar na vida pública. Isso aí é um dia por vez, para a gente poder estar decidindo isso lá na frente.
Na cidade, comenta-se a possibilidade do seu chefe de gabinete, Ivanildo da Silva, ser apoiado pela senhora para o Legislativo em 2026. O nome dele está sendo trabalhado ou algum outro?
Todo prefeito gostaria de apoiar alguém que tivesse uma ligação com a cidade, não necessariamente que morasse na cidade, mas que tem uma ligação com a cidade. E é isso que a gente vem, desde a eleição passada, procurando trabalhar com as pessoas que têm essa ligação com a cidade, que venham trazer investimentos para a cidade, com emendas parlamentares, que ajudam tanto a nossa cidade. A gente vem trabalhando com esses parlamentares. Claro, se surgir um nome de Vitória da Conquista, se for um nome que a população abrace, porque não basta a prefeita Sheila abraçar, a gente vai ficar contente.
Quanto ao nome de Ivanildo, ele ainda não me falou nada. Não é algo assim que veio dele. Existem umas conversas porque, em 2024, ele também não chegou a dizer que seria candidato, mas se cogitou o nome dele para a prefeitura de Vitória da Conquista. Mas é um excelente nome, uma pessoa que eu tenho o maior carinho, confiança, trabalha conosco aqui na chefia de gabinete e, se for esse o desejo dele e da população, tem todas as credenciais para fazer um excelente trabalho aqui por Vitória da Conquista.
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