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STF tem maioria para manter presos os acusados da morte de Marielle

Três suspeitos foram detidos neste domingo, 24, mas Primeira Turma do STF decide se manterá prisões

Publicado segunda-feira, 25 de março de 2024 às 10:02 h | Autor: Da Redação
Além de Moraes, votaram pela manutenção da prisão os ministros Cármen Lúcia, Cristiano Zanin e Flávio Dino
Além de Moraes, votaram pela manutenção da prisão os ministros Cármen Lúcia, Cristiano Zanin e Flávio Dino -

A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) deverá manter a decisão do ministro Alexandre de Moraes de manter na prisão os três supostos mandantes da morte da vereadora Marielle Franco (PSOL-RJ).

O colegiado já formou maioria para manter detidos Domingos Brazão, Chiquinho Brazão e Rivaldo Barbosa. As prisões foram resultado da operação conjunta da Procuradoria Geral da República, do Ministério Público do Rio de Janeiro e da Polícia Federal, chamada Operação Murder Inc.

Além de Moraes, votaram pela manutenção da prisão os ministros Cármen Lúcia, Cristiano Zanin e Flávio Dino. Ainda falta o voto do ministro Luiz Fux.

Também foram expedidos 12 mandados de busca e apreensão na sede da Polícia Civil do Rio e no Tribunal de Contas do Estado. Além do assassinato da vereadora e do motorista Anderson Gomes, a operação também apura a tentativa de homicídio da assessora Fernanda Chaves, que também estava na carro atacado, informou a PF em nota.

A ação acontece após o Supremo Tribunal Federal (STF) homologar a delação premiada do ex-policial Ronnie Lessa, preso por atirar na vereadora.

A motivação do crime ainda está sendo investigada. Segundo informações já conhecidas, o motivo tem a ver com a expansão territorial da milícia no Rio.

Confira na íntegra a nota da PF

A Polícia Federal deflagrou neste domingo, 24, a Operação Murder Inc., no interesse da investigação que apura os homicídios da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, além da tentativa de homicídio da assessora Fernanda Chaves. Estão sendo cumpridos 3 mandados de prisão preventiva e 12 de busca e apreensão, expedidos pelo Supremo Tribunal Federal, todos no Rio de Janeiro/RJ. A ação conta com a participação da Procuradoria-Geral da República e do Ministério Público do Rio de Janeiro.

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