Vídeo de Moraes cortando pés de maconha viraliza após voto no STF | A TARDE
Atarde > Política > Brasil

Vídeo de Moraes cortando pés de maconha viraliza após voto no STF

Ministro do Supremo votou favorável pela descriminalização do porte de maconha para uso pessoal

Publicado quinta-feira, 03 de agosto de 2023 às 20:19 h | Autor: Da Redação
Ministro do STF Alexandre de Moraes
Ministro do STF Alexandre de Moraes -

Há sete anos antes de votar pela descriminalização do porte de maconha para uso pessoal, o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), foi flagrado cortando pés da droga com um facão no Paraguai. O vídeo datado de 2016 se tornou viral nas redes sociais após o voto do ministro no julgamento ocorrido nesta quarta-feira, 2.

Naquela época, Moraes ocupava o cargo de ministro da Justiça no governo do ex-presidente Michel Temer (MDB) e havia viajado ao país vizinho para participar de uma operação conjunta de combate ao crime transnacional. Ele afirmou que uma das principais prioridades de sua pasta era enfrentar os criminosos e "erradicar a maconha" na América do Sul.

"A parceria importantíssima entre Brasil e Paraguai. Parceria que é para a erradicação da maconha, do crime transnacional e, principalmente, esse é o efeito mais importante contra criminalidade organizada. Desde o momento em que assumi, um dos meus compromissos e uma das minhas prioridades e do governo federal, por determinação do presidente Michel Temer, é o combate à criminalidade transnacional", diz Moraes na gravação.

Confira o vídeo:

 

 

O julgamento

O julgamento para descriminalização do porte de droga para consumo próprio no Brasil foi adiado novamente pelo Supremo Tribunal Federal (STF), nesta quarta-feira, 2. O pedido para o adiamento da sessão foi solicitado pelo relator do caso, ministro Gilmar Mendes. Na oportunidade, o decano afirmou que analisará os votos apresentados.

O julgamento sobre o tema foi iniciado em 2015 e está parado há 7 anos. Até o momento, já votaram a favor da matéria, além de Moraes, Gilmar Mendes, Edson Fachin e Roberto Barroso.

Publicações relacionadas

MAIS LIDAS