POLÍTICA
Carlos Bolsonaro e Carol de Toni ameaçam deixar Amin fora do Senado
Chapa ao Senado em Santa Catarina seria composta por Carol de Toni e Espiridião Amin

Em Santa Catarina, o imbróglio na formação da chapa ao Senado, na base governista, pode deixar um político experiente de fora. Isso porque, no estado da região Sul, havia um acordo para que a dupla fosse formada pela deputada federal Caroline de Toni (PL) e pelo senador Espiridião Amin (PP): o objetivo era conseguir mais tempo de TV e rádio.
No entanto, a mudança de domicílio eleitoral do ex-vereador do Rio de Janeiro, Carlos Bolsonaro (PL), para Santa Catarina, trouxe novos contornos a este cenário. A princípio, diante do acordo entre liberais e progressistas, chegou-se a cogitar que a chapa seria formada por Carlos e Amin.
A possível decisão fez com que Carol de Toni avaliasse deixar o PL em direção ao Republicanos. No entanto, nos último dias, Carlos Bolsonaro postou uma foto ao lado da correligionária, indicando que o PL lançaria uma chapa puro-sangue ao Senado, comprometendo os planos de Amin.
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Reafirmação
O parlamentar, como forma de reação, divulgou um vídeo em suas redes sociais no qual reafirmou sua pré-candidatura à reeleição ao Senado por Santa Catarina.
"Quero reiterar: sou pré-candidato a senador da República, prosseguindo meu mandato, procurando fazer o melhor e cada vez mais por Santa Catarina", diz o Amin na gravação.
Cenário parecido na Bahia
Aqui na Bahia, um cenário parecido ocorreu na formação da chapa ao Senado. Até o final de janeiro, eram três os nomes da base governista disputando duas vagas: os já senadores Jaques Wagner (PT-BA) e Angelo Coronel (PSD-BA), além do ministro da Casa Civil, Rui Costa (PT). No final das contas, um consenso no grupo de apoio ao governador Jerônimo Rodrigues (PT) determinou que a dupla seria formada por Jaques Wagner e Rui Costa.
Alijado desse processo, antes mesmo do anúncio oficial, Angelo Coronel decidiu deixar a base governista, além do PSD, já indicando que vai migrar para o grupo de oposição. A decisão sobre para qual partido irá deve ser tomada até o mês de março.
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