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Chanceler justifica asilo a ex-primeira-dama: “Razões humanitárias"

Nadine Heredia foi condenada a 15 anos de prisão por lavagem de dinheiro no Peru

Redação
Por Redação
Chefe do Itamaraty reafirmou legalidade do asilo e lembrou problemas de saúde de Nadine Heredia
Chefe do Itamaraty reafirmou legalidade do asilo e lembrou problemas de saúde de Nadine Heredia - Foto: Marcio Batista | MRE

O ministro das Relações Exteriores do Brasil, chanceler Mauro Vieira, justificou nesta sexta-feira, 18, o asilo diplomático concedido pelo governo brasileira à ex-primeira-dama do Peru, Nadine Heredia, condenada a 15 anos de prisão por lavagem de dinheiro. Segundo o chefe do Itamaraty, a decisão está fundada no ordenamento jurídico nacional.

“O asilo diplomático foi concedido com base no estabelecido na legislação da Convenção de Caracas e também com base no que está prescrito na legislação brasileira com relação a asilo diplomático. Do nosso ponto de vista, foi também concedido com base em questões humanitárias”, afirmou Vieira, em entrevista à GloboNews.

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O chanceler brasileiro lembrou ainda o estado de saúde de Nadine Heredia, que está se recuperando de uma cirurgia na coluna.

“Ela foi recentemente operada, por uma questão grave de coluna vertebral, está em recuperação, precisa continuar em tratamento e está acompanhada de um filho menor. O marido foi condenado, está detido, e, portanto, o filho menor também estaria abandonado e desprotegido”, justificou o ministro, lembrando ainda que o governo do Peru concedeu o salvo conduto à ex-primeira-dama.

“Foi com base em critérios humanitários, que foi também o motivo do governo peruano conceder imediatamente o salvo conduto”, concluiu Vieira.

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mauro vieira nadine heredia

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