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POLÍTICA

Disputa acirrada pela UPB

Levi Vasconcelos, do A Tarde
Por Levi Vasconcelos, do A Tarde

Orlando Santiago (PFL), de Santo Estêvão, carlista “puro sangue”, com apoio da cúpula do PFL. Carlos Brasileiro (PT), de Senhor do Bonfim, “petista da gema”, com apoio do seu partido e apenas a simpatia de Jaques Wagner. Ires Gomes (PP), de Várzea Nova, que apoiou Paulo Souto, votou em Fábio Souto para deputado federal, mas se diz independente e abriu uma dissidência.



Aí estão os três candidatos à presidência da União dos Municípios da Bahia (UPB), no cenário de hoje, uma inédita disputa tripartite. Por que? Simples. Como Waldir Pires em 1986, Jaques Wagner se elegeu governador no ano passado sem o apoio da maioria dos prefeitos. Admitia que tinha apenas 70 entre 417. E gerou uma situação atípica na política baiana.



Os líderes pefelistas, capitaneados pelo prefeito de Feira de Santana, José Ronaldo (PFL), presidente da UPB que abdicou do direito de disputar a reeleição, se desiludiram. Após a perplexidade, enfrentam a quase orfandade. Não conseguiram a unidade. Surgiu Ires Gomes. E Carlinhos Brasileiro, que estava quieto no seu canto de petista, diante do novo quadro entrou em cena.



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