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E o todes? Lula proíbe linguagem neutra

Decisão do presidente consta em lei validada e publicada no Diário Oficial

Yuri Abreu
Por
| Atualizada em
Lula durante lançamento do PNC
Lula durante lançamento do PNC - Foto: Ricardo Stuckert

Uma decisão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) trouxe um novo capítulo à discussão sobre linguagem neutra no Brasil. O governo proibiu oficialmente o uso de termos como “todes”, “elu” e outras variações em toda a administração pública, incluindo União, Estados e municípios.

A determinação está na Lei n.º 15.263/2025, sancionada por Lula e publicada no Diário Oficial da União (DOU) nesta segunda-feira, 17. O texto obriga que todos os órgãos públicos sigam a norma culta da língua portuguesa em documentos, formulários, comunicados e atendimentos.

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Proibição foi incluída no projeto de “linguagem simples”

A regra contra a linguagem neutra foi adicionada ao projeto que cria a política de linguagem simples, voltada a facilitar a comunicação entre governo e população.

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A proposta determina que informações oficiais sejam escritas de modo que qualquer cidadão consiga encontrar, entender e usar o conteúdo sem dificuldade.

Para isso, a lei lista técnicas que devem ser adotadas pelos órgãos públicos:

  • frases curtas e em ordem direta;
  • preferência pela voz ativa;
  • evitar termos vagos, estrangeirismos e jargões;
  • eliminar redundâncias;
  • não substituir verbos por substantivos;
  • priorizar clareza e objetividade.

Com a publicação da norma, órgãos públicos que utilizarem linguagem neutra poderão ser cobrados a adequar documentos e comunicações ao padrão exigido.

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Linguagem Neutra Lula órgãos públicos Todes

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