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Eike é indiciado por corrupção ativa, lavagem de dinheiro e organização criminosa

Roberta Pennafort | Estadão Conteúdo
Por Roberta Pennafort | Estadão Conteúdo
| Atualizada em
Eleições 2026

O empresário Eike Batista foi indiciado pela Polícia Federal (PF) pelo crime de corrupção ativa, lavagem de dinheiro e pertencimento a organização criminosa. Ele está preso desde o dia 30 de janeiro em decorrência da Operação Eficiência, da Polícia Federal.

O ex-governador do Rio de Janeiro Sérgio Cabral (PMDB) também foi indiciado pelos crimes de corrupção passiva, lavagem de dinheiro e pertencimento a organização criminosa. Cabral já havia sido indiciado em dezembro em inquérito da Operação Calicute. Ambos estão presos no Complexo Penitenciário de Gericinó, em Bangu, na zona oeste do Rio.

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Outras dez pessoas também foram indiciadas, entre elas o irmão do ex-governador, Maurício Cabral, por lavagem de dinheiro e pertencimento a organização criminosa, e a ex-mulher, Susana Neves Cabral, apenas por lavagem de dinheiro.

Eike é suspeito de ter pago US$ 16,5 milhões em propina para ter benefícios em seus negócios. Os demais indiciados são: Wilson Carlos Carvalho; Carlos Emanuel Miranda; Luiz Carlos Bezerra; Sérgio de Castro Oliveira; Álvaro Novis; Thiago de Aragão Pereira e Silva; Francisco de Assis Neto e Flavio Godinho.

Eike Batista chegou às 9h20 desta quarta-feira, 8, à Superintendência da Polícia Federal no Rio para prestar depoimento. Ele deixará o prédio no início da tarde desta quarta-feira para retornar ao complexo de Gericinó.

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