CHAPA GOVERNISTA
Geddel e Lúcio Vieira Lima dizem que “bom senso” prevaleceu
Ao Portal A TARDE, líderes do MDB falaram sobre Geraldo na vice

Principais lideranças do MDB na Bahia, os irmãos Geddel e Lúcio Vieira Lima foram unânimes ao dizer na manhã desta quinta-feira, 3, em entrevista exclusiva ao Portal A TARDE, que a permanência de Geraldo Júnior no posto de pré-candidato a vice-governador na chapa de Jerônimo Rodrigues (PT) mostra que o “bom senso” prevaleceu.
De acordo com Geddel, o MDB sempre participou de todas as conversas dirigidas pelo governador Jerônimo para tratar do assunto e, nessas ocasiões, defendia que essa composição vitoriosa nas últimas eleições deveria permanecer.
“O MDB sempre defendeu a ideia de que essa era a melhor chapa. Depois de muitas conversas, o governador também chegou a essa conclusão”, disse o ex-ministro, que completou afirmando que a escolha também faz “justiça” a Geraldo, que faz um bom papel de vice-governador da Bahia.
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Vendo todo o desdobramento da escolha de vice “com muita tranquilidade”, como reportou a reportagem, Lúcio afirmou que a escolha de Geraldo, a quem chama de “Geraldinho”, também mostra que Jerônimo chancela a ideia de que ele fortalece a chapa.
“Ao ser escolhido, Geraldinho vem fortalecido porque o governador sempre explicou que a demora para o anúncio era somente por causa da dificuldade de escolher o perfil que mais fortalecesse a chapa”, disse.
“Agora é arregaçar as mangas”
A palavra de ordem dos Vieira Lima após o fechamento da chapa majoritária da base governista é clara: “arregaçar as mangas” e “ir para cima”.
Geddel e Lúcio afirmaram que o próximo passo é mobilizar toda a militância do MDB, juntamente com políticos do partido, para vencer novamente o grupo de oposição nas urnas ainda.
“Vamos confirmar no dia seis de outubro a vitória de Jerônimo no primeiro turno. A eleição não deixou de ser dura, mas, indiscutivelmente, com um favoritismo enorme do governador Jerônimo”, completou Lúcio.
Um agradecimento especial
Em meio ao imbróglio para a escolha do vice de Jerônimo, um nome do grupo governista sempre defendeu a permanência de Geraldo Júnior publicamente: o senador Jaques Wagner (PT), candidato à reeleição na chapa.
Apenas ao petista, Geddel deixou um agradecimento caloroso: “Um amigo de muitos anos que, embora já estivemos rapidamente afastados por circunstâncias da política, nunca perdemos o respeito e carinho mútuo. Um homem de palavra e compromisso. Ele entende que a política não é feira de contratos”.
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