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SAÚDE

Jair Bolsonaro segue sem previsão de alta após uma semana na UTI

Ex-presidente continua sob observação médica; veja detalhes do último boletim

Gabriela Araújo
Por
Ex-presidente Jair Bolsonaro (PL)
Ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) - Foto: Ton Molina | STF

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) completa uma semana internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) nesta sexta-feira, 20, após um quadro de broncopneumonia. Até o momento, o político segue sem previsão de alta.

Em um novo boletim médico, o Hospital DF Star, em Brasília, diz que Bolsonaro permanece em tratamento com antibióticos endovenosos. Os médicos, por sua vez, afirmam que ele mantém boa evolução clínica e laboratorial nas últimas 24 horas.

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“Segue com suporte clínico intensivo e fisioterapia respiratória e motora. Não há previsão de alta da UTI neste momento", diz um trecho do boletim.

A equipe médica, de acordo com o jornal O Globo, respondeu que trabalha com a previsão de que o período total de internação deve chegar a cerca de 14 dias, a depender da resposta ao tratamento.

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Estado de saúde de Bolsonaro

O ex-presidente foi diagnosticado com broncopneumonia, aos 70 anos, no dia 13 de março, após dar entrada às pressas na unidade de saúde. Na ocasião, ele apresentou sintomas como febre, vômitos e queda na saturação.

A broncoaspiração, que deu origem à infecção, ocorre quando conteúdo do estômago ou secreções entram nas vias respiratórias, podendo evoluir para um quadro infeccioso pulmonar com impacto na oxigenação.

Conheça os riscos da broncopneumonia para idosos

A broncopneumonia é mais comum em crianças pequenas e idosos. No caso dos pacientes em terceira idade, os riscos aumentam devido a uma combinação de fatures como defesas imunológicas mais fracas, menor eficiência pulmonar e doenças associadas.

  • Enfraquecimento do sistema imunológico: com o passar do tempo, as pessoas enfrentam uma redução da eficiência do sistema imunológico, desta forma, o corpo começa a apresentar dificuldade para combater bactérias e vírus que causam infecções pulmonares;
  • Diminuição da capacidade pulmonar: os idosos sofrem com a perda da elasticidade. Além disso, os músculos respiratórios ficam mais fracos, dificultando a eliminação de secreções e, assim, permitindo que microrganismos se multipliquem nos brônquios e alvéolos;
  • Doenças crônicas: pessoas da terceira idade frequentemente têm doenças que aumentam o risco de infecção pulmonar como Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC), Diabetes Mellitus, Insuficiência Cardíaca e doenças neurológicas que prejudicam a deglutição;
  • Risco de aspiração: alterações na deglutição podem levar à entrada de alimentos ou saliva nas vias respiratórias, podendo desencadear broncopneumonia.
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broncopneumonia Jair Bolsonaro

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