TENSÃO
"Jânio Natal é incompetente e preguiçoso", diz ex-prefeito
Luciano Francisqueto, ex-prefeito de Itabela reagiu à declarações do prefeito de Porto Seguro

O cenário político do extremo sul da Bahia subiu de temperatura após embate público. O ex-prefeito de Itabela, Luciano Francisqueto, reagiu de forma incisiva às declarações recentes feitas pelo prefeito de Porto Seguro, Jânio Natal (PL), que teriam ultrapassado a barreira do debate administrativo para atingir a esfera pessoal de Francisqueto.
Estopim
A polêmica teve início após falas de Jânio Natal que mencionavam aspectos da vida privada do ex-gestor itabelense.
Na postagem, Jânio Natal afirmou que a adesão da vereadora Kamilly Vieira, que é ex-esposa de Francisqueto, à base, ocorreria pelo fato de ela não desejar compartilhar o mesmo palanque que Francisqueto. O texto de Jânio foi além, citando que a decisão da vereadora estaria motivada por imbróglios judiciais relacionados ao pagamento de pensão alimentícia.
"Jânio é incompetente, preguiçoso e perseguidor. Vira homem, você precisa cuidar da cidade. Um homem da sua idade usar das pessoas para ofender as famílias é um homem sem moral", disparou Francisqueto.
E emendou:
"Eu sou muito pai", afirmou Luciano, rechaçando as insinuações feitas na postagem original.
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Indignação
De acordo com Francisqueto, o tom jocoso e crítico sobre questões não políticas foi o que desencadeou a indignação de Francisqueto e de seus aliados.
Em resposta, Luciano Francisqueto utilizou canais de comunicação e redes sociais para manifestar o descontentamento.
O ex-prefeito classificou a atitude de Natal como "desrespeitosa e desnecessária", argumentando que o debate público deve se concentrar em propostas, obras e bem-estar da população, e não em ataques à honra individual.
Argumentos
O ex-prefeito de Itabela defendeu que a vida pessoal de qualquer cidadão, seja ele figura pública ou não, deve ser preservada. Sugeriu ainda que o prefeito de Porto Seguro deveria se preocupar mais com os problemas da própria cidade em vez de monitorar a vida de líderes de municípios vizinhos.
Francisqueto pontuou que ataques pessoais são, muitas vezes, "cortinas de fumaça" para desviar o foco de questões políticas reais.
"A política é o campo das ideias e do trabalho. Quando alguém desce ao nível de atacar a vida pessoal, demonstra falta de argumentos para o debate sério", afirmou o ex-gestor em tom de desabafo.
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