LUTO
Jerônimo lamenta morte de Orlando Senna: "Imortalizado"
Cineasta, jornalista e gestor cultural morreu aos 87 anos, nesta terça-feira, 9
O governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), lamentou a morte do cineasta, jornalista e gestor cultural, Orlando Senna, aos 87 anos, na terça-feira, 9.
Em nota publicada nas redes sociais e assinada ao lado do secretário estadual de Cultura, Bruno Monteiro, Jerônimo relembrou a trajetória de Senna como referência do movimento Cinema Novo, além de entusiasta da Bahia Filmes, que será inaugurada no final deste mês.
"Orlando é um talento da Chapada Diamantina. Nasceu em um distrito da cidade de Lençóis e, no seu território de identidade, encontrou inspiração para a jornada artística", escreveu Jerônimo.
"Neste momento de saudade, desejamos muita força e serenidade aos familiares e a legião de admiradores e seguidores do seu trabalho", completou.
Expressamos profundo pesar pela passagem do cineasta e gestor cultural baiano Orlando Senna. Sua trajetória é reconhecida como referência do movimento Cinema Novo, além de ser um profissional das artes imortalizado pela atuação como diretor de teatro, roteirista e militante da…
— Jerônimo Rodrigues (@Jeronimoba13) June 10, 2026
História do audiovisual
O cinema brasileiro perdeu um de seus nomes mais influentes. O cineasta, jornalista e gestor cultural Orlando Senna morreu aos 87 anos. Nascido na Bahia, ele construiu uma trajetória marcada pela produção audiovisual, pela formação de novos profissionais e pela atuação em políticas públicas voltadas ao setor. A causa da morte não foi divulgada.
Foi na terra natal que Orlando Senna iniciou sua caminhada no audiovisual. Entre seus primeiros trabalhos estão os documentários Lenda Africana e 2 de Julho, produções que ajudaram a consolidar seu nome no cinema brasileiro.
Ao longo da carreira, tornou-se uma das figuras mais respeitadas do setor, transitando entre a direção, o roteiro, o jornalismo e a gestão cultural.
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Um dos momentos mais marcantes de sua trajetória foi a parceria com Jorge Bodanzky na direção de Iracema – Uma Transa Amazônica, lançado em 1975 e considerado uma obra de referência na história do audiovisual brasileiro.
Além dos trabalhos como diretor, Orlando Senna também colaborou na criação de roteiros ao lado de cineastas consagrados, como Hector Babenco e Ruy Guerra.