POLÍTICA
Lula declara guerra ao crime organizado e dispara: "Não posso aceitar"
Presidente sobe o tom e promete ações contra facções


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) subiu o tom contra o crime organizado, nesta sexta-feira, 22, ao falar sobre a segurança pública no país, e declarou 'guerra' contra as facções.
Lula afirmou, durante participação no programa Sem Censura, que não pode "aceitar' o domínio de territórios por parte dos grupos criminosos, e citou iniciativas como o pacote antifacção.
O chefe do Planalto ainda detalhou o plano de transformar cerca de 138 presídios ocupados por faccionados em locais de segurança máxima.
"Não posso aceitar a ideia que os bandidos dominem o território. O território, em qualquer cidade, em qualquer estado, é do povo brasileiro, e ele tem que voltar a ocupar o seu território. O bandido tem que ser punido e tem que ir para a cadeia", disparou Lula, que continuou.
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"Agora nós vamos transformar 138 presídios, onde está praticamente quase 80% do chamado crime organizado das facções. São presídios de segurança máxima. Vamos financiar com governadores tudo o que for necessário", afirmou o presidente.
AtlasIntel
A pesquisa AtlasIntel divulgada em maio aponta o presidente Lula na liderança das intenções de voto para o Planalto. Segundo o levantamento, o petista tem 47% da preferência dos eleitores no primeiro turno, contra 34.3% do senador Flávio Bolsonaro.
Primeiro cenário testado:
- Lula: 47%
- Flávio Bolsonaro: 34,3%
- Renan Santos: 6,9%
- Romeu Zema: 5,2%
- Ronaldo Caiado: 2,7%
- Augusto Cury: 0,4%
- Aldo Rebelo: 0,2%
- Brancos e nulos: 1,4%
- Não souberam responder: 1,9%


