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Lula descarta cortes em políticas sociais como solução da crise do IOF

Presidente se reunirá com o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, para chegar a uma solução diante da pressão do Congresso

Redação
Por Redação
Lula e Haddad
Lula e Haddad - Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

A solução de fazer cortes sociais para ajuste fiscal do país foi descartada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), em recado repassado, na segunda-feira, 2, para a equipe econômica do governo, que reforçou o discurso de que os mais pobres não serão penalizados.

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Conforme apuração da CNN, Lula tem reforçado que não irá recuar na política de valorização do salário mínimo e desmentiu que irá desindexar o salário mínimo dos benefícios previdenciários, o que tem sido sugerido por parlamentares do Centrão.

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O presidente se reunirá com o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, para chegar a uma solução diante da pressão do Congresso Nacional para que a gestão petista recue do aumento do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF).

A expectativa é de que uma solução para a crise do IOF seja anunciada até o final desta semana. Hoje, a hipótese mais provável é de que o governo federal recue do aumento do imposto.

IOF no Brasil

No último mês, o governo anunciou o aumento da alíquota do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), no entanto, voltou atrás e decidiu revogar a medida para investimentos de fundos nacionais no exterior. Com isso, a alíquota permanece zerada nesses casos.

Apesar da revogação parcial, outras mudanças no IOF continuam valendo. Entre as alterações está o aumento da alíquota para a compra de moeda estrangeira em espécie, que subiu de 1,1% para 3,5%.

Também houve elevação das alíquotas aplicadas a empresas em operações de crédito, além da criação de uma nova alíquota de 5% para aportes elevados em planos de previdência complementar do tipo VGBL

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Cortes sociais Fernando Haddad governo federal IOF Lula

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