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Lula se reúne com futuros comandantes das Forças Armadas nesta sexta

Presidente eleito terá como primeira ordem o fim dos atos em frente aos quartéis

Da Redação
Por Da Redação
Sete dias atrás, Lula disse que pretendia discutir o "futuro do País" com os próximos comandantes
Sete dias atrás, Lula disse que pretendia discutir o "futuro do País" com os próximos comandantes - Foto: Divulgação | Ricardo Stuckert

O presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva se reúne pela primeira vez, com os futuros comandantes das Forças Armadas nesta sexta-feira, 16. Os oficiais-generais já foram escolhidos em conversa prévia com José Múcio Monteiro, próximo ministro da Defesa. A expectativa é que o petista confirme as indicações. As informações são do Estadão.

O general de Exército Julio Cesar de Arruda, o almirante de Esquadra Marcos Sampaio Olsen e o tenente-brigadeiro do Ar Marcelo Kanitz Damasceno são aguardados para a primeira conversa cara a cara com Lula. A lista de comandantes indicados comunicada extraoficialmente aos respectivos altos comandos.

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Sete dias atrás, Lula disse que pretendia discutir o "futuro do País" com os próximos comandantes. O encontro, adiado por uma semana, ocorrerá por volta das 10h30, em Brasília, em um hotel que Lula tem despachado.

O presidente eleito afirmou em outra ocasião que as Forças Armadas não devem fazer política, mas se ater a seu papel constitucional de Defesa da soberania nacional e do povo brasileiro.

Perto de tomar posse, Lula irá dar como primeira ordem aos novos comandantes das Forças Armadas, que eles coloquem fim nos atos bolsonaristas em frente a quartéis de todo o Brasil. O petista disse aos líderes do Avante que considera as concentrações um “desrespeito” às próprias Forças Armadas.

O assunto tem de ser levado aos generais porque os atos ocorrem em perímetro de segurança de área militar, sob a responsabilidade dos comandos das Forças Armadas.

Os atuais comandantes das Forças Armadas, indicados no governo Bolsonaro, publicaram carta em que expressam apoio às manifestações de inconformidade com o resultado das eleições, desde que não ocorram “excessos”. Com isso, permitem que pedidos de intervenção militar sigam acontecendo na entrada dos quartéis.

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