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Malafaia é alvo de operação contra fraude em cobrança de royalties

Julia Affonso, Fausto Macedo, Fabio Fabrini e Fábio Serapião | Estadão Conteúdo
Por Julia Affonso, Fausto Macedo, Fabio Fabrini e Fábio Serapião | Estadão Conteúdo
| Atualizada em
Malafaia foi conduzido coercitivamente para depor
Malafaia foi conduzido coercitivamente para depor - Foto: Lula Marques | Agência PT
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O pastor Silas Malafaia é alvo de mandado de condução coercitiva no âmbito da Operação Timóteo, deflagrada na manhã desta sexta-feira, 16, pela Polícia Federal. O diretor do Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM), Marco Antonio Valadares Moreira, e a mulher dele foram presos pela PF.

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Segundo a investigação, Malafaia teria recebido valores de um escritório de advocacia que atendia o grupo. A suspeita é que ele "emprestava" contas correntes de uma instituição religiosa para ocultar a origem ilícita de valores.

A ação dos federais ocorre no Distrito Federal e em 11 Estados, incluindo a Bahia. Os policiais fazem buscas e apreensões em 52 diferentes endereços relacionados com uma organização criminosa investigada por um esquema de corrupção em cobranças judiciais de royalties da exploração mineral (65% da chamada Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais - CFEM - tem como destino os municípios).

A Operação Timóteo começou ainda em 2015, quando a então Controladoria-Geral da União enviou à PF uma sindicância que apontava incompatibilidade na evolução patrimonial de um dos diretores do DNPM.

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