APURAÇÃO
PF investiga entrada de malas suspeitas em voo com Motta e Ciro
Caso chegou ao STF e está sob relatoria do ministro Alexandre de Moraes

A Polícia Federal abriu investigação para apurar a entrada no Brasil de cinco malas que não passaram por inspeção em um aeroporto de São Paulo após um voo com o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), e o senador Ciro Nogueira (PP-PI).
O caso chegou ao Supremo Tribunal Federal (STF) e está sob relatoria do ministro Alexandre de Moraes, que deu prazo de cinco dias para manifestação da Procuradoria-Geral da República (PGR).
O episódio ocorreu em abril de 2024, quando Motta e Ciro retornavam de viagem à ilha de São Martinho, no Caribe, a bordo de um avião particular. A aeronave pertence ao empresário Fernando Oliveira Lima, conhecido como Fernandin OIG, ligado ao setor de apostas online.
Segundo informações da investigação, um auditor fiscal autorizou que as bagagens fossem liberadas sem passar pelo raio-X no Aeroporto Executivo Internacional Catarina, em São Roque (SP). A liberação teria ocorrido por volta das 21h, com cinco volumes sendo conduzidos fora do sistema de inspeção. As informações são da Folha de S. Paulo.
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Resposta
Procurado pelo jornal, Hugo Motta confirmou presença no voo, mas afirmou que seguiu os procedimentos legais ao desembarcar. “Cumpri todos os protocolos e determinações estabelecidas na legislação aduaneira”, disse. Sua assessoria informou que aguardará a posição da PGR.
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