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Próximo prefeito de Salvador pode ter mandato de 6 anos; entenda

PEC da Reeleição terá período de transição até ajuste em calendário

Cássio Moreira
Por Cássio Moreira
Próximo prefeito de Salvador pode ter 'bônus' no mandato
Próximo prefeito de Salvador pode ter 'bônus' no mandato - Foto: Divulgação | Prefeitura de Salvador

Aprovada na Comissão de Constituição e Justiça do Senado Federal, na quarta-feira, 21, a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) da Reeleição pode conceder dois anos de ‘bônus’ no mandato do próximo prefeito eleito de Salvador.

O texto prevê que os mandatos do executivo e legislativo terão cinco anos, entrando em vigor, caso aprovado pelo Congresso Nacional, a partir de 2034. Assim, o sucessor do prefeito Bruno Reis (União Brasil) não poderá tentar a reeleição, mas terá mais dois anos de governo com o processo de ajuste do calendário eleitoral, que será totalmente unificado apenas em 2039.

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Reeleito em outubro do ano passado, Bruno Reis será, se a PEC for aprovada, o último prefeito da capital baiana a ter dois mandatos consecutivos. O mesmo valerá para o governador Jerônimo Rodrigues (PT), que deve ser o último ocupante do Palácio de Ondina a ser reeleito, caso seja reconduzido em 2026.

PEC da Reeleição

A Proposta de Emenda Constitucional aprovada na CCJ do Senado estabelece um mandato de cinco anos para os cargos eletivos do executivo (presidente, governador e prefeito) e legislativo (deputados, vereadores e senadores). A regra deve entrar em vigor, se avançar, a partir das eleições de 2034.

Com a transição, o calendário eleitoral também será reajustado, tendo um pleito geral para a escolha dos representantes de todos os cargos. Atualmente, o Brasil tem eleições em um hiato de dois anos, entre municipais e geral.

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Bruno Reis eleições PEC da Reeleição prefeito

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