POLÍTICA
Receita é um mistério na prefeitura de Poções

Por Patrícia França e Rita Conrado

Dívidas. Foi esta a realidade que o prefeito Otto Magalhães (PCdoB) se deparou ao assumir a prefeitura de Poções. O gestor, que encontrou o seu gabinete sem computadores e registros de livros contáveis, disse que os débitos de água, luz, telefone e IPVA somam mais de R$ 150 mil. Grave, também, é o montante de R$ 210 milhões em empréstimos consignados descontados em folha pelo antecessor que não foram pagos à Caixa Econômica. Parte da folha salarial de dezembro, R$ 600 mil, também não chegou a ser paga. Além de 27 carros destruídos, os dez postos do Programa de Saúde da Família estavam sem condições de funcionar.