ELEIÇÕES 2026
Sidônio Palmeira prepara despedida da Secom; saiba o motivo
Chefe da Secom avalia sair do governo em prazo diferente dos demais colegas

Por Yuri Abreu

O baiano Sidônio Palmeira, chefe da Secretaria de Comunicação Social (Secom) do governo Lula (PT) pode deixar a gestão federal — ele assumiu o cargo em janeiro de 2025.
O movimento deve ocorrer, segundo a colunista Milena Teixeira, do Metrópoles, em junho, diferente de parte dos ministros do governo, que devem sair em abril para disputar cargos eletivos — na Bahia, um dos exemplos é o de Rui Costa (Casa Civil), que vai concorrer ao Senado.
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No caso específico do publicitário baiano, avaliação é a de que saída de Sidônio não teria tanto impacto, pois ocorreria em um momento no qual o foco estaria voltado majoritariamente para as eleições.
A aliados, ele tem dito que não gostaria de deixar o ministério antes de junho, pois ainda precisa cumprir funções e tarefas à frente da pasta.
Para onde iria Sidônio?
O chefe da Secom sairia da função para comandar a campanha de reeleição de Lula.
Sidônio rebate Alcolumbre e nega interferência do governo no Senado
Em dezembro, Sidônio afirmou que o governo não tem intenção de burlar nenhuma prerrogativa do Senado.
A fala veio no contexto de uma crítica do presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), referente a demora do governo em enviar a mensagem ao Congresso com a indicação de Jorge Messias para o Supremo Tribunal Federal (STF).
"Não tem nenhuma intenção do Executivo de burlar qualquer coisa nesse sentido", disse o ministro a jornalistas nesta terça-feira, 2. A declaração de Sidônio ocorreu minutos depois de Alcolumbre anunciar o adiamento da sabatina de Jorge Messias na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) que estava prevista para o dia 10 de dezembro.
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