SALVADOR
Feijoada de Ogum completa 31 anos e reforça fé e tradição no 2 de Julho
Ação conta com distribuição gratuita de milhares de refeições para o público


Há 31 anos, uma família mantém viva uma das tradições do 2 de Julho em Salvador: a Feijoada de Ogum. A iniciativa reúne fé e solidariedade por meio da distribuição gratuita de milhares de refeições para o público que acompanha as celebrações da Independência da Bahia.
Responsáveis pela ação, Valdineia de Souza e o marido, Adilson Lima, começaram a tradição de forma modesta e, ao longo das décadas, transformaram a feijoada em um dos momentos marcantes das celebrações da Independência da Bahia.
Em entrevista ao Portal A TARDE, a filha do casal, Priscila Jesus, relembrou o início da iniciativa.
“Nós começamos há 31 anos atrás com somente 1 kg de feijão. Era uma feijoada na oficina, uma feijoada menor, 1 kg, 2 kg e aí foi tomando uma proporção. Hoje, em 2026, quando comemoramos 31 anos dessa feijoada, nós estamos falando não só da fé da cura, mas estamos falando do amor."

Segundo ela, a tradição vai além da distribuição de alimentos e representa um ato de generosidade e devoção.
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“Falando do amor, da caridade de dar o nosso melhor, de dar o nosso tempo, de dar uma comida que é deliciosa, uma comida que nós baiamos, valorizamos muito e atrelado a fé que temos em Ogum, na proteção da abundância, da troca de dar e de receber, de fazer o nosso melhor que é sem dúvida o que importa”, completou.


