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Policial baleado em perseguição no bairro de Patamares já recebeu alta

Durante uma tentativa de assalto a uma farmácia em Patamares, um policial militar foi baleado e um suspeito morreu após perseguição

Luan Julião
Por Luan Julião
| Atualizada em
Confronto teve início após uma tentativa de assalto a uma farmácia na região
Confronto teve início após uma tentativa de assalto a uma farmácia na região - Foto: Reprodução / Redes Sociais

Um policial militar baleado durante uma perseguição no bairro de Patamares, em Salvador, na manhã desta sexta-feira, 9, já teve alta hospitalar e se recupera em casa. A informação foi confirmada pelo Major Albert Nogueira de Sousa, comandante da 15ª Companhia Independente da Polícia Militar (CIPM), em entrevista ao Portal A TARDE.

“Tá bem. Já teve alta, já está em casa. Já está tudo bem com ele”, afirmou o oficial.

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O confronto teve início após uma tentativa de assalto a uma farmácia na região, onde uma mulher chegou a ser feita refém. De acordo com a Secretaria de Segurança Pública (SSP), policiais militares que patrulhavam a área de bicicleta flagraram a ação criminosa e tentaram intervir.

Na fuga, o suspeito baleado chegou a ser socorrido, mas não resistiu aos ferimentos. O cabo David Noton, policial atingido durante a ação, levou um tiro de raspão na cabeça. Ele foi levado para o Hospital Roberto Santos.

Ainda segundo o Major Nogueira, a ocorrência não é rotineira para a localidade. “Não, não é algo comum, não.”

Ele explicou que a região de Patamares recebe atenção especial da Polícia Militar para evitar esse tipo de ocorrência. “É, existem relatos de furtos e roubos, até por isso o policiamento é direcionado para aquele local com duas vertentes, né? A vertente preventiva, né? Dá esse apoio à comunidade que está se deslocando pro trabalho, pra escola, à pessoa que tá fazendo atividade física. Mas também com o fator repressivo, quando necessário. O policial tá sempre pronto, seja qual for a hora, para agir quando necessário.”

A ação fazia parte de uma operação extraordinária coordenada pelo Comando de Operações da PM e contou com o apoio de diferentes unidades. O major relatou que a identificação do suspeito não foi possível no momento da abordagem.

“A gente tá monitorando algumas coisas, mas, assim, na hora da ação, os policiais não reconheceram ele, até porque é uma operação extraordinária do Comando de Operações e que reúne policiais de várias unidades diferentes. Por coincidência, o cabo Noton, que trabalha com a gente na 15ª, estava junto com a equipe naquele momento, né? E por isso que a gente estava junto, por ser policial nosso.”

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O comandante também esclareceu a área de atuação da equipe envolvida. “Mas a operação é uma operação extraordinária justamente para complementar os trabalhos das unidades territoriais. Então, ali onde o fato aconteceu é a área da 39, que é a companhia do Imbuí/Boca do Rio, mas é uma área limítrofe, né? Da 15 (Itapuã) com a 39.”

Segundo ele, os policiais haviam acabado de iniciar o serviço e se dirigiam à orla quando flagraram o crime. “Então eles atuam em toda aquela parte da orla. Eles tinham justamente saído do ponto de início do serviço para ir em direção à orla quando, ao passar da farmácia, viram o pessoal sair correndo e gritando ‘assalto, assalto’, e eles deram uma voz de parada para o indivíduo, que não obedeceu, saiu puxando, fez a funcionária de refém, saiu puxando ela pela rua, quando ela tropeça e cai, e ele larga ela e sai correndo e atirando para trás”.

“Aí os policiais são obrigados a reagir, porque os tiros dele podiam atingir tanto os policiais como — como pegou — além disso, a população”, relatou.

A Polícia Civil apura a possibilidade de o suspeito morto ter contado com um comparsa na ação. “A Polícia Civil, a partir de todo o levantamento que foi feito depois da ocorrência, começou a levantar essa hipótese. Os colegas da Civil estão trabalhando nessa possibilidade. É grande, né, que ele tivesse um comparsa naquele momento, mas ainda não existe nenhuma certeza, nada muito — é — muito explícito, né? Muito contundente. Mas é uma suspeita que a Polícia Civil está trabalhando.”

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assalto policial baleado Tiroteio Patamares

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