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Brasil registra menor índice de SRAG desde o início da pandemia

No entanto, pesquisa também destaca o aumento recente de casos nas crianças entre 0 a 11 anos

Da Redação
Por Da Redação
País atingiu um patamar similar ao de abril, o mais baixo desde o início da pandemia
País atingiu um patamar similar ao de abril, o mais baixo desde o início da pandemia - Foto: Tomaz Silva | Agência Brasil

O Brasil registrou uma redução nos casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG). Segundo o novo Boletim InfoGripe Fiocruz, divulgado nesta quarta-feira, 17, o país atingiu um patamar similar ao de abril, o mais baixo desde o início da pandemia.

O estudo é referente à Semana Epidemiológica (SE) 32, que vai de 7 a 13 de agosto. No entanto, apesar do sinal geral de queda ou estabilização, a pesquisa também destaca o aumento recente de casos nas crianças entre 0 a 11 anos em diversos estados do Nordeste, Sudeste, Sul e Centro-Oeste.

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O crescimento é ainda mais expressivo na faixa de 5 a 11 anos de idade. O estudo mostra queda na tendência de longo prazo (últimas seis semanas) e estabilidade na tendência de curto prazo (últimas três semanas).

Das 27 unidades federativas, apenas Roraima apresenta sinal de crescimento na tendência de longo prazo. Das demais, somente duas (Acre e Amapá) apresentam estabilidade. As outras mostram queda na tendência de longo prazo.

Conforme o estudo, nas últimas quatro semanas epidemiológicas a prevalência entre os casos com resultado positivo para vírus respiratórios foi de 2,0% para influenza A, 0,2% para influenza B, 5,9% para vírus sincicial respiratório (VSR) e 78,2% para Sars-CoV-2 (Covid-19).

Entre os óbitos, a presença destes mesmos vírus entre os positivos foi de 0,7% de influenza A, 0,2% de influenza B, 0,2% de vírus sincicial respiratório e 96,5% de Sars-CoV-2 (Covid-19).

Das 27 capitais, três estão em macrorregiões de saúde em nível pré-epidêmico (Cuiabá, Palmas e São Luís), quatro em nível epidêmico (Belém, João Pessoa, Porto Velho e Vitória) e 18 em nível alto, incluindo Salvador. Já Belo Horizonte e Boa Vista estão em nível muito alto.

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