NEM A IA ESCAPOU
Fim dos tempos? Robô humanoide vira pedinte e causa debate nas redes
Cena chamou a atenção das pessoas nesta semana na China


Um robô humanoide ajoelhado na calçada, com uma tigela para receber doações, uma mochila nas costas e um código QR disposto no chão. Essa foi a cena que chamou a atenção das pessoas nesta semana na China.
Em um vídeo que circula nas redes sociais é possível ver o equipamento fazendo gestos semelhantes aos de um pedinte enquanto interage com quem passa por uma praça.
As imagens mostram ainda um homem se aproximando do robô. Ele observa a encenação e coloca um objeto na tigela posicionada à sua frente.
A publicação traz ainda legendas em chinês e uma narração em tom bem-humorado sugerindo que o humanoide estaria precisando de dinheiro para “recarregar a bateria”, alimentando comentários irônicos sobre a convivência entre humanos e máquinas.
Apesar de o vídeo ter sido interpretado por muitos usuários como um caso de um “robô pedindo esmolas”, não há evidências de que se trate de uma iniciativa oficial ou de um serviço permanente.
A gravação é vista como uma demonstração performática ou uma ação promocional que utiliza o comportamento humano para despertar curiosidade e gerar repercussão nas redes sociais.
Assista ao vídeo:
🔴 Çin'de dilencilik yaparak para toplayan bir robot görüntülendi. pic.twitter.com/E11TXt3Rkx
— 3. Dünya Savaşı (@ww3mediaa) June 12, 2026
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Investimentos em robótica humanoide
A China vem ampliando investimentos em robótica humanoide e acelera testes de máquinas capazes de executar tarefas do cotidiano.
Empresas do setor têm apresentado equipamentos voltados para serviços, atendimento ao público, cuidados com idosos e atividades industriais, enquanto autoridades chinesas incentivam a expansão dessas tecnologias para aplicações práticas fora dos laboratórios.
Se tornou comum nos últimos meses na China demonstrações públicas de robôs dançando, realizando exercícios físicos, interagindo com visitantes e participando de eventos tecnológicos.
A ideia é mostrar a evolução desses equipamentos e ampliar sua presença em ambientes comerciais e urbanos, embora especialistas digam que muitos deles ainda operam em condições controladas e dependem de supervisão humana.


