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Meta pode perder Instagram e Whatsapp em julgamento

Empresa é acusada de manter monopólio nas redes sociais

Redação
Por Redação
Empresa sofre processo por possível monopólio
Empresa sofre processo por possível monopólio - Foto: Meta | Reprodução

A empresa norte americana Meta, liderada pelo empresário Mark Zuckerberg, sofre um julgamento nesta segunda-feira, 14, por conta de uma política antitruste pela Comissão Federal de Comércio dos Estados Unidos (FTC em inglês), a comissão acusa a big tech de manter um monopólio nas redes sociais, fazendo com que não haja possibilidade para concorrências existirem.

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O julgamento acontece no Tribunal de Justiça da Columbia, nos Estados Unidos, tendo duração máxima de sete a oito semanas.

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Acusação de Monopólio:

A Comissão tenta provar que a Meta possui um monopólio no mercado das redes sociais no país, tal categoria inclui aplicativos como Instagram e Snapchat, porém exclui o TikTok e YouTube. De acordo com o órgão 80% dos usuários estão sob domínio da Meta entre os anos de 2012 a 2020.

De acordo com a FTC, a estratégia adotada pela Meta é de “buy or burry” (comprar ou enterrar, em portugues), que significa ou comprar as plataformas rivais, ou fazer com que as mesmas sejam inviáveis para funcionar.

Somado a isso, a Comissão diz que as compras do Instagram e do Whatsapp fizeram com que a concorrência fosse prejudicada impedindo o desenvolvimento de alternativas independentes no mercado.

O que a Meta diz?

Até então, dois pontos compõe a defesa da empresa de Zuckerberg:

Definição restrita do mercado: a empresa argumenta que TikTok e YouTube também são redes sociais e, portanto, concorrentes diretos;

Ausência de danos concretos: a defesa alega que não há provas claras de que as aquisições tenham prejudicado consumidores ou anunciantes.

De acordo com a Meta, o Conselho ignora que haja concorrentes significativos sem demonstrar impacto negativo de aquisições no mercado.

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