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Essas cidades europeias estão pagando para você morar nelas; veja quanto

Cidades europeias estão pagando moradores para não desaparecer

Iarla Queiroz
Por
Albinen - cidade suíça
Albinen - cidade suíça - Foto: Wikimédia

Vilas inteiras na Europa estão travando uma batalha silenciosa contra o tempo. O avanço do envelhecimento populacional, somado à saída constante de jovens em busca de oportunidades, deixou regiões quase abandonadas. Para mudar esse cenário, algumas cidades decidiram apostar em uma estratégia ousada: pagar para quem topar viver nelas.

Entre os casos mais conhecidos estão três pequenas joias europeias — Albinen, na Suíça; Ponga, na Espanha; e Candela, na Itália. Todas oferecem dinheiro, benefícios e apoio para quem aceitar se mudar e contribuir para o renascimento local.

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Albinen, a cidade suíça que paga até R$ 150 mil por família

Com menos de 250 habitantes, Albinen virou símbolo desse movimento. Encravada nos Alpes, ela promete até 25 mil francos suíços (cerca de R$ 150 mil) para adultos com menos de 45 anos que comprem uma casa e morem ali por pelo menos dez anos.

Famílias ainda recebem bônus de 10 mil francos por filho.

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A meta é clara: impedir o fechamento de escolas e serviços essenciais, além de reaquecer a economia. Albinen oferece paisagens de cartão-postal e alta qualidade de vida, mas luta contra a saída de jovens para os grandes centros urbanos.

Ponga, o refúgio espanhol que paga para repovoar suas montanhas

No norte da Espanha, Ponga segue um caminho parecido. A vila oferece cerca de €2.970 (aprox. R$ 17 mil) para novos moradores e incentivos extras para famílias que tiverem filhos após a mudança.

Com ruas de pedra e vistas deslumbrantes das Astúrias, Ponga é procurada por quem busca tranquilidade e natureza. O governo local pretende recuperar sua população e preservar a cultura da região.

Candela, a charmosa vila italiana que luta para renascer

No sul da Itália, Candela — na região da Apúlia — também entrou na lista. A cidade oferece até €1.800 (cerca de R$ 10 mil) para quem se mudar de forma permanente, desde que comprove renda mínima.

Além disso, a prefeitura auxilia na busca por empregos e na adaptação dos novos moradores. O prefeito Nicola Gatta resume o objetivo: “trazer de volta a energia e a vida que a cidade perdeu ao longo das décadas”.

Um incentivo que vai além do dinheiro

O movimento dessas vilas está chamando atenção no mundo todo. Mais do que oferecer um apoio financeiro, essas iniciativas representam um esforço para salvar comunidades inteiras do desaparecimento — e, para muitos, tornam-se a chance de recomeçar em meio à natureza e com um custo de vida mais leve.

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