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PÉS NO QUILOMBO

Projeto impulsiona turismo comunitário e renda no recôncavo baiano

Iniciativa valoriza cultura quilombola no Vale do Iguape

Andrêzza Moura
Por
Quinze pessoas serão beneficiadas pela ação
Quinze pessoas serão beneficiadas pela ação - Foto: Ricardo Oliveira/ assessoria Acelen

Comunidades quilombolas da Bacia e do Vale do Iguape, no recôncavo baiano, passam a trilhar novos caminhos de valorização cultural e geração de renda com o lançamento do projeto “Pés no Quilombo: cirandando nas trilhas do Iguape”, na última sexta-feira, 24.

A iniciativa, realizada pelo Instituto Mãe Lalu com apoio da Acelen Renováveis, aposta na força da própria comunidade para construir experiências autênticas de turismo de base comunitária e turismo pedagógico.

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Mais do que atrair visitantes, o projeto quer transformar moradores, especialmente jovens e mulheres, em protagonistas dessa narrativa.

A proposta é conectar quem chega ao território com a ancestralidade, a culinária, as águas e os modos de vida tradicionais quilombolas. Tudo isso conduzido por quem conhece cada trilha, cada receita e cada história não pelos livros, mas pela vivência.

O projeto vai investir na formação de 15 participantes:

  • Cinco adolescentes com idades entre 14 e 17 anos - que serão capacitados como guias turísticos
  • Cinco jovens estudantes - que atuarão como coordenadores
  • Cinco mulheres marisqueiras da Associação de Mulheres Quilombolas e Marisqueiras do Vale do Iguape - que preservam os saberes passados de geração em geração.

Trilhas que conectam cultura e renda

Quatro circuitos turísticos já começam a ganhar forma: “Pés no Instituto”, “Saberes e Sabores”, “Pés nas Trilhas” e “Pés e Olhos nas Águas”. Cada um deles revela um pedaço do território, seja pela gastronomia, pelas paisagens naturais ou pela relação profunda entre a comunidade e o meio ambiente.

Entre os beneficiados, estão cinco mulheres marisqueiras
Entre os beneficiados, estão cinco mulheres marisqueiras - Foto: Ricardo Oliveira/ assessoria Acelen

Além de fortalecer a identidade cultural, o projeto também tem impacto direto na preservação ambiental e na economia local. Ao transformar cultura em experiência e conhecimento em oportunidade, a iniciativa cria caminhos sustentáveis de desenvolvimento para a região.

Segundo Marcelo Lyra, vice-presidente de Relações Institucionais, ESG, Comunicação e Desenvolvimento Territorial da Acelen, o apoio ao projeto reforça o compromisso da empresa com ações que geram impacto positivo nas comunidades.

“Apoiar o projeto 'Pés no Quilombo' endossa pilares fundamentais da atuação da Acelen, empresa que investe em iniciativas que geram impactos positivos nas comunidades onde ela está presente, como é o caso do Recôncavo Baiano", afirma Lyra.

Energia sustentável

A atuação da Acelen Renováveis na Bahia também inclui um ambicioso projeto de biocombustíveis, com o cultivo da macaúba, planta nativa brasileira, para produção de combustível sustentável de aviação (SAF) e diesel verde.

A expectativa é recuperar 180 mil hectares de pastagens degradadas entre Bahia e Minas Gerais, com potencial de capturar cerca de 60 milhões de toneladas de CO₂.

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Parte dessa expansão prevê parceria com a agricultura familiar e pequenos produtores, ampliando o alcance social e econômico das ações.

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