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Anvisa proíbe café popular por risco à saúde e falsificação no rótulo

Marca é suspensa após detecção de fragmentos suspeitos e fraude no fabricante

Isabela Cardoso
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De acordo com a Anvisa, as irregularidades representam risco direto à saúde
De acordo com a Anvisa, as irregularidades representam risco direto à saúde -

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a proibição imediata da fabricação, venda e distribuição do Café Torrado e Moído Extraforte e Tradicional da marca Câmara, amplamente comercializado no Brasil.

A decisão foi publicada após análises laboratoriais identificarem fragmentos que se assemelham a vidro em um dos lotes do produto.

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O lote identificado com irregularidades, de número 160229, foi analisado pelo Laboratório Central de Saúde Pública Noel Nutels (Lacen/RJ), que confirmou a presença de materiais estranhos. Além da contaminação física, o levantamento também revelou informações falsas nos rótulos, incluindo dados de fabricantes inexistentes.

Produto é considerado impróprio para consumo

De acordo com a Anvisa, as irregularidades representam risco direto à saúde dos consumidores, já que a ingestão de partículas sólidas pode causar lesões e complicações gastrointestinais.

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Por esse motivo, a agência determinou o recolhimento imediato de todos os lotes do café e orientou que ninguém consuma o produto, mesmo que a embalagem pareça intacta.

A medida também afeta a empresa Axis Nutrition Indústria e Comércio de Alimentos Ltda., identificada como responsável pela produção. A fabricante teve todas as atividades suspensas até que comprove a regularização de seus processos e produtos.

Fiscalização reforça importância da procedência

O caso reacende o alerta sobre a importância da fiscalização sanitária e da verificação de procedência de produtos alimentícios. O café é um dos itens mais presentes nas casas brasileiras, mas, segundo especialistas, a segurança deve ser prioridade em qualquer etapa de consumo.

A Anvisa reforçou que consumidores que tenham adquirido o café da marca Câmara devem interromper o uso imediatamente e informar as autoridades locais de vigilância sanitária sobre eventuais pontos de venda que ainda ofereçam o produto.

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