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Assassinato de Marielle segue sem solução após 4 anos

Ao menos dez promotores ainda não conseguiram apontar os mandantes do crime

Da Redação
Por Da Redação
Marielle foi assassinada na quarta-feira, por volta das 20h, com quatro tiros na cabeça
Marielle foi assassinada na quarta-feira, por volta das 20h, com quatro tiros na cabeça - Foto: Mário Vasconcellos | EFE

Há quatro anos a vereadora Marielle Franco e seu motorista, Anderson Gomes, foram assassinados a tiros. Desde então, o caso ainda não foi esclarecido, sem a definição dos autores do crime. Ao menos dez promotores do Ministério Público do Rio de Janeiro ainda não conseguiram responder à pergunta repetida em protestos: quem mandou matar Marielle Franco?

Os ex-policiais militares Ronnie Lessa, acusado de ser o autor dos disparos, e Élcio de Queiroz, acusado de dirigir o carro usado no crime, foram presos em março de 2019 e se tornaram réus pelo homicídio de Marielle. Desde então, as autoridades tentam identificar possíveis mandantes do assassinato, sem êxito.

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Ao longo de quatro anos, porém, as investigações foram marcadas por tentativas de obstrução, pistas falsas e frequentes trocas no comando do inquérito, observadas com preocupação pela família e instituições de defesa dos direitos humanos. Apenas no último ano, dois delegados já estiveram à frente da apuração na Polícia Civil.

Sem solução, a sociedade espera que os autores do bárbaro crime contra a vereadora e o motorista sejam esclarecidos.

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