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Banco de Brasília se pronuncia após ser colocado em grupo de risco

Agência afirmou que a instituição financeira vai precisar de uma injeção significativa de recursos

Gustavo Zambianco
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Agência de classificação de risco Moody’s Local indicou um alto risco de calote na instituição
Agência de classificação de risco Moody’s Local indicou um alto risco de calote na instituição -

O Banco de Brasília (BRB) se pronunciou sobre o rebaixamento de nota, sendo colocada no grupo de risco pela agência Moody’s Local Brasil na últimaa sexta-feira, 3.

O banco afirmou que o rebaixamento de sua nota de crédito pela Moody’s Local Brasil já era esperado e reflete um momento pontual vivido pela instituição.

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A agência reduziu o rating do banco de BBB- para CCC+, colocando-o em nível considerado de alto risco.

Banco diz que situação é transitória

Em comunicado divulgado nesta quinta-feira, 2, o BRB explicou que a revisão está ligada ao processo de capitalização em andamento e à atualização das demonstrações financeiras.

Segundo a instituição, o cenário é temporário e há medidas estruturadas em curso para reforçar o capital, com previsão de conclusão até o fim de maio.

“O BRB segue operando normalmente, com segurança, liquidez e compromisso com seus clientes”, informou o banco.

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Necessidade de aporte bilionário

De acordo com a Moody’s, o banco deve precisar de uma injeção significativa de recursos para manter sua solvência.

A estimativa é de pelo menos R$ 6,6 bilhões para recompor o patrimônio, diante de incertezas relacionadas a ativos adquiridos do Banco Master, que está sob investigação por um esquema fraudulento bilionário.

Pressão sobre indicadores financeiros

A agência também destacou que o BRB já vinha operando com índices de capital próximos ao mínimo regulatório desde 2022, o que aumenta a pressão sobre a saúde financeira da instituição.

Próximos passos

A avaliação do banco deve continuar sob monitoramento, especialmente em relação:

  • ao plano de capitalização;
  • ao impacto das investigações em curso;
  • à atualização dos balanços financeiros.

O desfecho dessas etapas será determinante para uma eventual melhora — ou novo rebaixamento — da nota de crédito.

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