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DECISÃO

Banco Master: após suspeita de fraudes, BC decreta liquidação da Reag

Fundador da instituição, João Carlos Mansur foi alvo da segunda fase da Operação Compliance Zero

Luiza Nascimento
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Imagem ilustrativa da imagem Banco Master: após suspeita de fraudes, BC decreta liquidação da Reag
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A Reag Investimentos passará por liquidação extrajudicial, decretada pelo Banco Central nesta quinta-feira, 15, e assinada pelo presidente Gabriel Galípolo. A decisão aconteceu devido a suspeitas de fraudes financeiras ligadas ao Banco Master.

Os motivos para a liquidação incluem a violação às leis e normas, principalmente ao gerenciamento de riscos, compliance e auditoria internal, além de facilitar ilícitos e o histórico de ocorrências, afetando o Sistema Financeiro Nacional e afetando negativamente ps interesses do mercado financeiro.

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João Carlos Mansur, fundador da instituição, foi alvo da segunda fase da Operação Compliance Zero, deflagrada pela Polícia Federal (PF), para investigar o esquema.

Esta etapa avalia as relações entre o banco de Daniel Vorcaro e os fundos administrados pela Reag, cujo nome atual é CBSF Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários S.A.

O texto aponta a situação econômico-financeira da instituição, bem como as violações às normas que regem o funcionamento das instituições que integram o Sistema Financeiro Nacional (SFN).

"A decretação da liquidação extrajudicial foi motivada por graves violações às normas que regem as atividades das instituições integrantes do SFN", disse nota do BC.

No entanto, a liquidação atinge a administradora, mas não encerra os fundos, que precisarão buscar outras gestoras.

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Entenda a decisão

A liquidação extrajudicial interrompe o funcionamento da instituição, que é retirada do Sistema Financeiro Nacional (SFN). Essa medida ocorre em caso de graves infrações às normas ou pela incapacidade em cumprir as obrigações financeiras.

Nesse caso, segundo o BC, os fundos administrados pela Reag Trust estruturaram operações fraudulentas com o Banco Master entre julho de 2023 e julho de 2024. O documento comprova qie as operações estavam em desacordo com normas.

Anteriormente, a empresa também foi alvo de investigação ligadas a esquemas de lavagem de dinheiro apurados na operação Carbono Oculto, que apura a relação entre o setor de combustíveis, o PCC e empresas financeiras.

Após a liquidação extrajudicial, que determina a interrupção do funcionamento da Reag, os credores da instituição se submetem ao processo de habilitação e classificação estabelecido na Lei 11.101. Em seguida, as atividades operacionais da instituição financeira são interrompidas e todas as obrigações são consideradas vencidas.

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Tags

banco central fraudes financeiras gestão de riscos liquidação extrajudicial Operação Compliance Zero Sistema Financeiro Nacional

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