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BYD assume linha de trem inacabada e determina data de inauguração

Obra iniciada para a Copa de 2014 ganha novo fôlego com empresa chinesa e previsão de operação foi divulgada

Luiz Almeida
Por Luiz Almeida
| Atualizada em

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BYD assume obras paralisadas de linha de trem em SP
BYD assume obras paralisadas de linha de trem em SP -

A gigante chinesa BYD, reconhecida mundialmente por seus veículos elétricos, assumiu a fabricação dos trens de uma linha paralisada. Além disso, a empresa cuidará do fornecimento dos sistemas do trecho da Linha 17-Ouro do monotrilho de São Paulo.

A informação foi divulgada pelo site Terra, que informou que, após anos de obras paralisadas, ela tem uma nova previsão de inauguração: março de 2026.

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O anúncio foi feito nesta segunda-feira, 4, pelo presidente do Metrô de São Paulo, Julio Castiglioni.

A operação ficará sob responsabilidade da ViaMobilidade, que também administra as linhas 8-Diamante e 9-Esmeralda da CPTM. A expectativa é que todos os trens estejam operando até setembro de 2026.

BYD vira solução de trecho do trem

A entrada da BYD no projeto é vista como um divisor de águas. A empresa, por meio da concessionária BYD SkyRail, já tem dois trens no pátio (um deles tendo sido entregue em outubro de 2024) e tem mais dois que estão no Porto de Santos. Ao Portal A TARDE, a BYD confirmou que eles aguardam apenas a subida para o Pátio Água Espraiada.

O modelo adotado será o SkyRail automatizado, um sistema de monotrilho com condução autônoma, utilizado com sucesso em outros países.

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Anunciada originalmente como legado da Copa do Mundo de 2014, a Linha 17-Ouro deveria conectar o Aeroporto de Congonhas à malha metroviária paulistana. Mas desde então, o projeto enfrentou um histórico de atrasos, paralisações, aditivos contratuais, trocas de empresas e disputas judiciais.

Como será a linha?

Com 6,7 km de extensão e oito estações, a futura linha fará integração com a Linha 9-Esmeralda da CPTM e a Linha 5-Lilás do Metrô, além de oferecer um novo acesso ao aeroporto. O investimento total está estimado em R$ 5,8 bilhões.

A aposta do governo paulista é que a BYD reduza os riscos de novos atrasos e permita que, enfim, a população da zona sul da capital paulista possa contar com uma conexão direta ao sistema metroviário.

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