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Homem recusa beijo de desconhecida e é agredido até a morte

Agressora teria golpeado a cabeça da vítima contra o asfalto

Lucas Vilas Boas
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Família afirma que suspeita já estaria envolvida em outros homicídios na região
Família afirma que suspeita já estaria envolvida em outros homicídios na região -

Um crime de contornos totalmente inesperados chocou moradores da zona sul de São Paulo na última quinta-feira, 13, quando Claiton, ajudante de pedreiro de 30 anos, foi morto após recusar um beijo forçado. O ataque aconteceu logo depois de ele deixar um baile funk e esperar amigos para voltar para casa.

Claiton aguardava amigos para voltar para casa quando foi abordado por uma mulher trans, segundo relatos colhidos pela Polícia Civil. Testemunhas afirmam que ela tentou beijá-lo à força e, diante da negativa, iniciou uma série de agressões.

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A violência terminou com a vítima caída no chão após vários socos e, de acordo com testemunhas, teve sua cabeça golpeada três vezes contra o asfalto. O impacto provocou traumatismo craniano, levando-o à morte antes mesmo de qualquer socorro chegar.

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Histórico de violência e Investigação

Parentes de Claiton afirmam que a suspeita já teria envolvimento em outros homicídios cometidos na mesma região, o que aumentou a indignação da família diante da morte. Eles dizem que este seria o terceiro caso atribuído à agressora.

Não é a primeira vida que ela tira. Já é o terceiro homicídio. Quantas vidas ela vai ter que tirar para poderem pegá-la? Não pode ficar assim", afirmou a irmã da vítima em entrevista à Record.

O caso foi registrado como lesão corporal seguida de morte. A Polícia Civil informou que a investigação está sob responsabilidade da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP). Até o momento, a suspeita não foi identificada formalmente nem localizada pelas autoridades.

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