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ÓBITO DECLARADO

Morre em BH Luiz Phillipi Mourão, o "Sicário", investigado pela PF

Mourão estava sob custódia policial no Hospital João XXIII

Rodrigo Tardio

Por Rodrigo Tardio

07/03/2026 - 0:46 h

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Mourão era identificado como integrante fundamental de um grupo autodenominado "A Turma"
Mourão era identificado como integrante fundamental de um grupo autodenominado "A Turma" -

A defesa confirmou a morte de Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, conhecido pelo codinome "Sicário", na noite desta sexta-feira, 6. Alvo de investigações da Polícia Federal (PF) e apontado como cúmplice do empresário Daniel Vorcaro, Mourão estava internado no Hospital João XXIII, em Belo Horizonte, desde a última quarta-feira, 4.

De acordo com a nota oficial emitida pelo advogado Robson Lucas da Silva, o óbito foi legalmente declarado às 18h55, após a conclusão do protocolo de morte encefálica iniciado na manhã de ontem.

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O investigado havia atentado contra a própria vida enquanto estava sob custódia da polícia. O corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML).

Braço de inteligência

Nas investigações da Polícia Federal, Mourão era identificado como integrante fundamental de um grupo autodenominado "A Turma".

De acordo com o inquérito, ele exercia a função de coordenador de atividades de inteligência, monitoramento de pessoas e levantamento de dados estratégicos para os interesses da organização.

O relatório da corporação aponta que "Sicário" detinha um sofisticado poder de infiltração digital. Ele realizava consultas e extrações de dados em sistemas restritos de órgãos públicos e instituições de segurança pública.

A autoridade policial afirma que o investigado obteve acesso indevido às bases de dados da própria PF, do Ministério Público Federal (MPF) e de organismos internacionais, como o FBI e a Interpol.

Ações de intimidação

Além da espionagem, Luiz Mourão atuava na gestão da imagem do grupo na internet. Ele era o responsável por coordenar a remoção de conteúdos e perfis em plataformas digitais, com o intuito de obter dados de usuários ou silenciar críticas à organização.

A PF também sustenta que Mourão exercia um papel ativo na intimidação de antigos funcionários do Banco Master, realizando levantamentos detalhados sobre essas pessoas para fins de coação.

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Tags:

grupo A Turma inteligência digital investigações criminais Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão polícia federal Sicário

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