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Vendedor de tarja preta e anabolizantes por WhatsApp é preso

Ponto de partida para as investigações foram denúncias anônimas

Da Redação
Por Da Redação
Os policiais também apreenderam R$ 58 mil em espécie e milhares de caixas de medicamentos controlados, inclusive anabolizantes.
Os policiais também apreenderam R$ 58 mil em espécie e milhares de caixas de medicamentos controlados, inclusive anabolizantes. - Foto: Divulgação / PCGO

A Polícia Civil de Goiás (PCGO) deflagrou, na quarta-feira, 23, a Operação Antídoto, com o objetivo de desarticular um esquema de venda ilegal de anabolizantes e medicamentos de uso controlado por meio do WhatsApp, na região do Entorno do Distrito Federal. A ação contou com a atuação das equipes dos grupos de Repressão a Narcóticos (Genarc) e Repressão a Crimes Patrimoniais (Gepatri) de Luziânia (GO), que cumpriram mandados de prisão temporária, além de busca e apreensão contra o suspeito de liderar o esquema.

Durante a operação, a polícia apreendeu cerca de R$ 58 mil em espécie e milhares de caixas de medicamentos controlados, incluindo anabolizantes, que eram vendidos sem a devida prescrição médica. Entre os remédios comercializados ilegalmente estavam Diazepam e Ritalina, ambos classificados como tarja preta, o que exige controle rigoroso para sua venda e consumo.

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Os produtos, armazenados de forma inadequada, como ao lado de um vaso sanitário no banheiro de um depósito próximo à farmácia, levantaram ainda mais preocupações, já que a Vigilância Sanitária alertou que tal prática compromete a eficácia dos medicamentos, colocando em risco a saúde dos consumidores.

A operação teve início após a PCGO receber denúncias anônimas sobre a venda dos medicamentos controlados por meio do WhatsApp de uma farmácia, sem a exigência de receita médica.

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DF distrito federal operação Polícia Tarja Pretas Whatsapp

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