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Nordeste de Amaralina: quanto custa comer e beber no Carnaval

Ambulantes apostam na variedade para garantir lucro durante a maratona da folia

Silvânia Nascimento / Portal Massa!
Por Silvânia Nascimento / Portal Massa!
Preços acessíveis atraem quem quer curtir a festa sem abrir mão da alimentação
Preços acessíveis atraem quem quer curtir a festa sem abrir mão da alimentação - Foto: José Simões/Ag A TARDE

Quem sair de suas casas para curtir o Carnaval de Salvador, independentemente de qual circuito seja, precisa ir preparado para aguentar a maratona. A energia é boa, a Bahia realmente tem o molho, mas nem só de dança, música e fantasias é feita a festa momesca.

Consideradas indispensáveis para garantir que tudo ocorra dentro da tranquilidade, a alimentação e a hidratação não podem faltar. Quem passar pelo Circuito Mestre Bimba, no Nordeste de Amaralina, por exemplo, pode encontrar uma variedade de opções de comidas e bebidas. Dos lanches mais tradicionais às misturas alcoólicas mais ‘vilãs’, o local está realmente tomado por ambulantes e comerciantes.

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Com preços que variam de R$ 5 a R$ 8, os famosos salgados, como coxinha, enroladinho e empanadas, têm sido opções bastante procuradas, principalmente pelos foliões que estão com crianças. Em contrapartida, aqueles que querem garantir maior saciedade têm recorrido a alternativas como pirão de aipim e churrasco no prato, desembolsando entre R$ 10 e R$ 12. Pizzas, hambúrguer e batata frita estão custando de R$ 6 a R$ 10.

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Também tem aquele grupo que dispensa qualquer tipo de comida e lanche, mas ‘mergulha de cabeça’ nas bebidas alcoólicas. No universo da ‘água que passarinho não bebe’, a cerveja continua sendo a número 1 do ranking das bebidas mais consumidas e procuradas pelos foliões. Para alguns, não importa a marca: sendo cerveja, está tudo lindo. Ainda no Circuito Mestre Bimba, a ‘breja’ tem custado entre R$ 4 e R$ 10.

Os amantes de drinks como capeta, roska e coquetel têm que desembolsar de R$ 7 a R$ 15. Outras opções, como Red Bull e Ice, podem ser encontradas por R$ 10 e R$ 15.

Além de refrigerantes e água, quem percorrer o circuito também encontrará outras alternativas de bebidas. Por lá, o caldo de cana — preparado na hora — está à disposição de quem quer fugir da ressaca ou é zero álcool. Foi justamente no caldo de cana que Genivaldo Dias, 61 anos, encontrou a oportunidade de lucrar. “Sou da cidade de Senhor do Bonfim, no interior da Bahia, e estou vendendo aqui pela primeira vez. Tentei trazer algo diferente porque cerveja todo mundo vende. O caldo de cana tem vantagem por ser natural e servir para crianças e adultos”, disse ao Massa!.

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