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ROMANCE CRIMINOSO

Babá brasileira é condenada por matar patroa e outro homem nos EUA

Brasileira era amante do seu patrão, que teve participação nos crimes

Gustavo Nascimento

Por Gustavo Nascimento

13/02/2026 - 17:53 h

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Juliana Peres Magalhães, uma babá brasileira de 23 anos, foi condenado por dois assassinatos nos EUA
Juliana Peres Magalhães, uma babá brasileira de 23 anos, foi condenado por dois assassinatos nos EUA -

Juliana Peres Magalhães, uma babá brasileira de 23 anos, foi condenada pela Justiça dos Estados Unidos a 10 anos de prisão por participação nos assassinatos de Christine Banfield, sua patroa à época do crime, e Joseph Ryan, em 24 de fevereiro de 2023. A sentença foi proferida nesta sexta-feira, 13, no condado de Fairfax, no estado da Virgínia.

A brasileira mantinha um relacionamento extraconjugal com Brendan Banfield, marido de Christine e pai da família para a qual ela trabalhava. A brasileira cuidava da filha de 3 anos e meio do casal.

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Assim como é detalhado no processo, o plano de Juliana e Brendan para matar Christine foi criar um perfil falso em um site fetichista, se passando por Christine, e marcar um encontro com um homem aleatório, para então incriminá-lo. Acabou que Joseph Ryan foi escolhido para ser o bode expiatório do crime.

No dia do ação criminosa, Juliana ligou para o serviço de emergência e disse que uma amiga havia se machucado. Enquanto isso, Brendan informou por telefone que realizou disparos contra um desconhecido que invadiu a residência dele e esfaqueou Christine.

Ao chegarem à residência, os policiais encontraram Christine com ferimentos de faca, e Joseph Ryan com disparos fatais. Christine chegou a ser encaminhada a um hospital, porém não sobreviveu aos ferimentos.

As sentenças

As investigações, no entanto, foram de encontro à versão apresentada por Juliana e Brendan, de forma que a brasileira passou a ser a principal suspeita pela morte de Joseph Ryan. Pouco tempo depois, ela firmou acordo com a Promotoria local, confessou envolvimento no caso e se declarou culpada pela morte do homem.

Antes do acordo, a brasileira respondia por homicídio em segundo grau e uso ilegal de arma de fogo. Com a colaboração nas investigações, a acusação foi reclassificada para “manslaughter”, algo semelhante ao homicídio culposo ou doloso sem premeditação na jurisdição brasileira, com pena limitada a até 10 anos de prisão nos EUA.

Em depoimento, Juliana afirmou que o objetivo do crime era permitir que ela e Brendan ficassem juntos. Após a audiência, os advogados dos dois não comentaram o caso.

Por sua vez, Brendan foi considerado culpado pelos assassinatos em veredito divulgado no fim de janeiro. Ele foi condenado por uso de arma de fogo e por colocar a filha do casal, então com 4 anos, em perigo, visto que a criança estava na residência no momento do crime. A sentença dele será definida no início de maio, e a expectativa é de prisão perpétua.

Brendan tinha 40 anos e trabalhava como investigador criminal na Receita Federal dos EUA, o IRS. Já Christine, que faleceu aos 37 anos, era enfermeira especializada em cuidados neonatais.

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