MATA-MATA!
Brasil x Japão: onde assistir, escalações e tudo sobre jogo da Copa
Jogo acontece nesta segunda-feira, 29, pelos 16 avos de final da Copa do Mundo


Chegamos ao mata-mata! O Brasil começa nesta segunda-feira, 29, a fase decisiva da Copa do Mundo. Depois de avançar na liderança do Grupo C, a Seleção Brasileira enfrenta o Japão, às 14h, no Estádio de Houston, no Texas, pelo primeiro mata-mata brasileiro no Mundial.
Maior campeão da história da Copa, com cinco títulos, o Brasil tenta manter vivo o sonho do hexacampeonato e encerrar um jejum que já dura 24 anos, desde a conquista de 2002. O Japão, por sua vez, chega embalado pela percepção de viver a melhor geração de sua história e tenta alcançar pela primeira vez as quartas de final.
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A Copa de 2026 é a primeira com 48 seleções, 104 jogos e 39 dias de duração. A ampliação do torneio também criou uma fase a mais no mata-mata, antes das oitavas de final.
Para os 16 avos, avançaram os dois primeiros colocados de cada grupo, além dos oito melhores terceiros na classificação geral. Por isso, o caminho até a final ficou mais longo, fazendo com que uma seleção que chegar à decisão tenha disputado oito partidas, uma a mais do que no formato anterior.
Transmissão
- Globo (televisão aberta)
- SBT (televisão aberta)
- SporTV (televisão fechada)
- CazéTV (YouTube)
Prováveis escalações
Brasil: Alisson; Danilo, Marquinhos, Gabriel Magalhães e Douglas Santos; Casemiro, Bruno Guimarães e Lucas Paquetá; Rayan, Matheus Cunha e Vini Jr.Técnico: Carlo Ancelotti.
Japão: Zion Suzuki; Hiroki Ito, Shogo Taniguchi e Tsuyoshi Watanabe; Ritsu Doan, Daichi Kamada, Keito Nakamura, Kaishu Sano e Daizen Maeda; Junya Ito e Ayase Ueda. Técnico: Hajime Moriyasu.
Desfalques
Brasil: Raphinha (lesão muscular na coxa direita)
Japão: Go Itakura (dores na coxa esquerda)

Arbitragem
- Árbitro: Maurizio Mariani (Itália)
- Assistente 1: Daniele Bindoni (Itália)
- Assistente 2: Alberto Tegoni (Itália)
- Quarto árbitro: Sandro Schaerer (Suíça)
Como chega o Brasil
Na estreia, Ancelotti promoveu mudanças na equipe titular, com Ibañez na lateral e Igor Thiago no ataque, mas o time começou mal contra o Marrocos e saiu atrás logo no início. O empate por 1 a 1 veio em jogada individual de Vini Jr, que garantiu o primeiro ponto da Seleção.
Na segunda rodada, o treinador mexeu novamente. Danilo e Matheus Cunha foram promovidos ao time titular, e as mudanças surtiram efeito. O Brasil venceu o Haiti por 3 a 0, com ótimo primeiro tempo, embora tenha diminuído o ritmo na etapa final e deixado a sensação de que poderia ter construído um placar ainda maior.

O melhor desempenho veio na última rodada, diante da Escócia, quando estava em disputa a liderança do grupo. A única alteração nos 11 iniciais foi a entrada de Rayan no lugar de Raphinha, lesionado na partida anterior. O Brasil venceu novamente por 3 a 0, em atuação dominante, com todos os gols marcados ainda no primeiro tempo.
Com isso, a Seleção fechou a primeira fase com sete pontos, duas vitórias, um empate, sete gols marcados e apenas um sofrido.
Vini Jr e Matheus Cunha
Vini Jr foi o principal nome do Brasil na fase de grupos, marcando quatro gols e dando uma assistência nos três primeiros jogos, assumindo o protagonismo ofensivo da equipe.
Já Matheus Cunha marcou três vezes e foi o único jogador brasileiro, além de Vini, a balançar as redes até aqui. Com Raphinha lesionado, Rayan deve permanecer entre os titulares, e a tendência é que Ancelotti mantenha a formação que iniciou a vitória sobre a Escócia.

Como chega o Japão
O Japão avançou em segundo lugar no Grupo F, atrás dos Países Baixos, com cinco pontos. A seleção asiática enfrentou uma chave mais equilibrada, definida apenas na última rodada.
Na estreia, os japoneses empataram por 2 a 2 com os Países Baixos, em um dos jogos mais movimentados da primeira fase. Depois, golearam a Tunísia por 4 a 0, com atuação tranquila e domínio amplo.
Na terceira rodada, o Japão chegou como segundo colocado da chave, atrás apenas pelos critérios de desempate. Contra a Suécia, fez um jogo mais morno, abriu o placar, mas sofreu o empate e ficou no 1 a 1.
A equipe terminou a fase de grupos com uma vitória, dois empates, sete gols marcados e três sofridos.

Kubo pode voltar contra o Brasil
A atual seleção japonesa é vista no país como a melhor de todos os tempos. A maior parte dos jogadores atua na Europa e está acostumada ao futebol de alto nível, dando sequência a bons trabalhos recentes.
Na Copa de 2022, o Japão já havia chamado atenção ao vencer Alemanha e Espanha na fase de grupos, e em 2026, chega ao mata-mata com um time mais maduro e competitivo.
O principal nome da seleção é Takefusa Kubo, meia que sofreu uma lesão no joelho esquerdo ainda na estreia contra os Países Baixos e ficou fora das duas partidas seguintes. Após o empate com a Suécia, voltou ao campo e pode ser reforço importante diante do Brasil.

Retrospecto favorece a Seleção
Brasil e Japão já se enfrentaram 14 vezes ao longo da história. A Seleção Brasileira tem ampla vantagem no retrospecto, com 11 vitórias, dois empates e apenas uma derrota. Ao todo, o Brasil marcou 37 gols e sofreu oito.
O primeiro confronto entre as equipes aconteceu em 1989, em amistoso vencido pelo Brasil por 1 a 0. O encontro mais recente foi em 2025, também em amistoso, quando o Japão conquistou sua primeira vitória contra a Seleção Brasileira, por 3 a 2.



