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Convocação do Brasil na Copa 2026: conheça mais sobre o time de Ancelotti

Quem são, onde jogam, o que já venceram e o que os 26 convocados já viveram com a Seleção

Marina Branco
Por
| Atualizada em
Convocação de Ancelotti para a Copa do Mundo
Convocação de Ancelotti para a Copa do Mundo -

O mundo já conhece a Seleção Brasileira da Copa do Mundo de 2026, e os brasileiros conhecerão cada vez mais a fundo cada detalhe dos 26 nomes que representam o Brasil no tão esperado Mundial nos Estados Unidos, México e Canadá.

Divulgada nesta segunda-feira, 18, a lista de Carlo Ancelotti mistura jogadores consagrados em grandes clubes europeus, nomes que ganharam espaço no futebol brasileiro, atletas que atuam no Oriente Médio e jovens que chegam a Copa do Mundo como parte importante da transição para o futuro da Seleção.

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Esse time estreia no dia 13 de junho, sábado, às 19h, contra o Marrocos, no MetLife Stadium, em Nova Jersey. Depois, enfrenta o Haiti, em 19 de junho, sexta-feira, às 21h30, na Filadélfia, e fecha a fase de grupos diante da Escócia, em 24 de junho, quarta-feira, às 19h, em Miami.

Nessas partidas, Ancelotti terá a missão de transformar uma lista cheia de opções ofensivas em um time equilibrado, competitivo e capaz de sustentar o que o italiano desde sempre prometeu que buscaria por aqui - o sonho do hexa.

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Confira os convocados

Ainda que não seja possível prever a escalação que dará os primeiros chutes brasileiros na Copa, tendência é que o Brasil comece com Alisson no gol, sustentado por uma linha defensiva que deve ter Wesley, Marquinhos, Gabriel Magalhães e Alex Sandro como nomes mais fortes para a estreia.

No meio, Casemiro e Bruno Guimarães aparecem como pilares, enquanto a terceira vaga pode variar entre um jogador de mais força física, como Danilo Santos, ou uma opção de maior mobilidade e construção, como Lucas Paquetá.

No ataque, Vinicius Jr. é titular absoluto pela esquerda, Raphinha aparece como favorito pelo lado direito, e a disputa pela referência ofensiva envolve Rayan, Matheus Cunha e até a possibilidade de Neymar mudar o desenho da equipe.

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  • Goleiro mais consolidado da Seleção Brasileira há anos, Alisson manteve esse status mesmo com mudanças de treinadores ao longo do ciclo, combinando segurança, reflexo e tomada de decisão. Tratado como titular indiscutível desde os tempos de Tite, o goleiro tem uma continuidade que pesa a favor dele, já que Ancelotti tende a valorizar lideranças experientes em torneios curtos, justamente o caso da Copa. No Liverpool, já conquistou sete títulos, sendo uma Champions League. Até hoje, Alisson disputou duas Copas do Mundo como titular da Seleção Brasileira, em 2018, na Rússia, e 2022, no Catar. Agora, iguala a marca de Taffarel, que foi o goleiro titular em três Copas: 1990, 1994 e 1998.
  • Inicialmente o reserva imediato de Alisson, Ederson oferece uma característica diferente - a qualidade com os pés. Ex-Manchester City, ele se tornou conhecido mundialmente pela precisão nos lançamentos, pela tranquilidade para participar da construção e pela capacidade de acelerar o jogo desde a defesa. Embora tenha sido reserva de Alisson por boa parte da trajetória na Seleção, Ederson sempre foi visto como um goleiro de elite. A ida ao futebol turco não apagou sua experiência em alto nível, especialmente por tudo que viveu sob o comando de Pep Guardiola. Ainda sim, seu momento atual é alvo de questionamentos. O principal título que tem pela Seleção Brasileira é também a Copa América de 2019. Embora seja um nome frequente nas convocações e tenha disputado o ciclo da Copa do Mundo de 2022, ele atuou principalmente como reserva de Alisson em grandes competições.
  • Weverton, de 38 anos, do Grêmio, foi uma surpresa para muitos, mas aparece como uma opção experiente para o gol brasileiro. Revelado pelo Corinthians, o goleiro passou por Remo, Oeste, América-RN, Botafogo-SP, Portuguesa, Athletico-PR e Palmeiras antes de chegar ao clube gaúcho em 2026, onde voltou a ganhar força na reta final antes da convocação. A carreira de Weverton tem como ponto mais marcante a passagem pelo Palmeiras, onde conquistou Libertadores, Campeonato Brasileiro, Copa do Brasil, Recopa Sul-Americana, Supercopa do Brasil e Campeonato Paulista. Pela Seleção Brasileira, Weverton tem um capítulo histórico, tendo sido o goleiro titular do Brasil na conquista inédita da medalha de ouro olímpica nos Jogos do Rio de Janeiro, em 2016. Na final contra a Alemanha, defendeu a cobrança de Petersen na disputa por pênaltis e abriu caminho para Neymar converter a batida decisiva. Também foi convocado para a Copa América de 2021 e Copa do Mundo de 2022, no Catar, chegando a entrar em campo na goleada sobre a Coreia do Sul, nas oitavas de final.
  • Revelado pelo Corinthians, o zagueiro foi muito jovem para o Roma e, logo depois, para o Paris Saint-Germain, onde se tornou ídolo, capitão e um dos jogadores mais importantes da história recente do clube francês. No PSG, Marquinhos empilhou títulos nacionais até se tornar o jogador com mais títulos da história do clube. São mais de 30 troféus, incluindo onze títulos da Ligue 1, copas nacionais e a única Champions League que o clube tem. Além de zagueiro, já atuou como volante em alguns momentos da carreira, trazendo versatilidade para o time brasileiro. Pela Seleção Brasileira, Marquinhos é um dos jogadores mais experientes do elenco. Disputou as Copas de 2018 e 2022 e chega a 2026 como referência de um setor que passou por mudanças ao longo dos ciclos, tendo sido inclusive campeão olímpico em 2016 e vencido a Copa América de 2019.
  • Gabriel chega à Copa do Mundo como provável titular ao lado de Marquinhos. Revelado pelo Avaí, foi transferido ainda jovem para o Lille, da França, onde ganhou maturidade no futebol europeu antes de chegar ao Arsenal. No clube inglês, se tornou um dos zagueiros mais consistentes da Premier League e um dos principais nomes do Brasil na posição. Gabriel é um defensor canhoto, forte fisicamente, dominante no jogo aéreo e agressivo nos duelos. Também contribui ofensivamente em bolas paradas, e no Arsenal, cresceu dentro de um modelo de jogo intenso, com linha defensiva alta, pressão e necessidade constante de tomar decisões rápidas. Na Seleção, Gabriel foi ganhando espaço aos poucos até se transformar em uma das principais opções para a zaga. Ainda que não tenha a mesma experiência em Copas que Marquinhos, sendo apenas cotado para 2022 e ainda sem nenhum título pela Seleção, chega a 2026 em um momento de grande afirmação internacional.
  • Outro zagueiro formado no futebol brasileiro que se consolidou na Itália. Revelado pelo Atlético-MG, foi para o Torino e rapidamente se destacou no Campeonato Italiano, quase uma escola de defensores. Por lá, o desempenho de destaque o levou à Juventus, onde venceu uma Copa Itália e se mostrou como um zagueiro de força, imposição e grande capacidade no mano a mano, com boa leitura de antecipação e jogo aéreo. Pela Seleção Brasileira, esteve na Copa do Mundo de 2022 como opção de elenco e chega a 2026 mais maduro, já tendo participado de escalações de Ancelotti em outras oportunidades. Ainda que não comece como titular, Bremer promete uma alternativa de luxo para a defesa, podendo ser usado tanto em uma dupla quanto em uma linha com três zagueiros.
  • Apesar do nome incomum, o zagueiro é brasileiro, foi revelado pelo Fluminense e seguiu ainda jovem para a Atalanta e para o Roma, onde ganhou maior visibilidade no futebol italiano. Mais tarde, seguiu para o futebol saudita, defendendo o Al Ahli até hoje. Com velocidade, força física e capacidade de atuar em mais de uma função como seus destaques, Ibañez é zagueiro de origem, mas também pode ser utilizado pelo lado da defesa, trazendo ainda mais versatilidade de possibilidades ao elenco. Na Seleção Brasileira, Ibañez ganhou espaço em meio às ausências e dúvidas físicas de outros defensores, integrando o setor mais desfalcado do Brasil ao longo do último ciclo de Copa do Mundo. A lesão de Éder Militão, que era um dos nomes fortes para o setor, abriu ainda mais caminho para sua convocação, ainda que não tenha experiência em Copas do Mundo até então, tendo 2026 como sua primeira chance de se provar.
  • Revelado pelo Athletico-PR, Léo Pereira teve passagens por Orlando City e Náutico antes de se firmar novamente no clube paranaense e, depois, seguir para o Flamengo, onde viveu (e vive) a fase mais importante da carreira. No Flamengo, Léo Pereira se consolidou como zagueiro de boa saída de bola, imposição física e regularidade. Lá, participou de conquistas importantes do clube, incluindo 15 títulos, sendo a Libertadores em 2022, o Campeonato Brasileiro em 2020 e 2025, a Copa do Brasil em 2022 e 2024, a Supercopa do Brasil em 2020 e 2021, a Recopa Sul-Americana em 2020 e o Campeonato Carioca em 2020, 2021, 2024 e 2026. Na Seleção Brasileira, Léo Pereira não tem o mesmo tempo de casa de Marquinhos ou Bremer, mas cresceu na reta final do ciclo. Foi convocado e testado por Ancelotti, e para a Copa, chega como uma opção segura, especialmente em jogos em que o Brasil precise de um zagueiro técnico e acostumado a atuar com a bola no pé.
  • É um dos jogadores mais experientes da convocação. Revelado pelo América-MG, ele ganhou projeção nacional no Santos, onde fez parte de uma geração marcante ao lado de Neymar e conquistou a Libertadores de 2011. Depois disso, construiu uma carreira sólida na Europa, com passagens por Porto, Real Madrid, Manchester City e Juventus. Na Seleção Brasileira, Danilo já disputou Copas do Mundo e se tornou um nome frequente em diferentes ciclos. Foi convocado para os Mundiais de 2018 e 2022, integrando inclusive o elenco que conquistou a Copa América de 2019 pela Seleção. A principal qualidade de Danilo para Ancelotti é a versatilidade. Embora seja lateral de origem, passou a atuar também como zagueiro, especialmente na fase mais madura da carreira.
  • Uma das caras novas da Seleção Brasileira para o Mundial. Revelado pelo Flamengo, o lateral ganhou projeção no futebol brasileiro antes de se transferir para a Europa, onde passou a atuar no Campeonato Italiano, liga historicamente exigente para defensores. Na Seleção, Wesley cresceu justamente por oferecer o que Ancelotti valoriza - intensidade, capacidade física e adaptação. Embora seja lateral-direito de origem, também mostrou que pode atuar pela esquerda, aumentando sua utilidade dentro de um elenco de Copa do Mundo. Em uma posição considerada carente no Brasil nos últimos ciclos, chega ao torneio com chance real de começar entre os titulares. Pelo Flamengo, Wesley viveu o início da carreira profissional e participou de um período de conquistas recentes do clube, vencendo seis títulos entre Libertadores, Copa do Brasil, Supercopa do Rei e Campeonato Carioca.
  • Outro nome experiente da lista. Revelado pelo Athletico-PR, o lateral ganhou destaque no Santos, onde fez parte do time campeão da Libertadores de 2011, antes de seguir para a Europa. Por lá, passou pelo Porto e depois pela Juventus, clube no qual construiu a fase mais longa e vitoriosa da carreira. Alex Sandro é um lateral-esquerdo de perfil mais equilibrado, menos explosivo do que em seus primeiros anos, mas muito forte em leitura de jogo, posicionamento e tomada de decisão. Com experiência na Seleção Brasileira, Alex Sandro esteve no elenco da Copa do Mundo de 2022 e foi campeão da Copa América de 2019. Em 2026, chega como um dos jogadores de maior rodagem do elenco.
  • Revelado pelo Náutico, Douglas passou pelo Atlético-MG, onde ganhou projeção nacional antes de seguir para o futebol europeu. Na Europa, passou pelo futebol alemão no Hamburgo, até se consolidar no Zenit, da Rússia, onde ficou conhecido por ser técnico, regular e confiável. Ele soma doze títulos pelo time russo. Não é um jogador de tanta exposição midiática no Brasil, até por atuar há bastante tempo fora do eixo das principais ligas acompanhadas pelo público brasileiro, mas construiu uma carreira sólida no exterior. Na Seleção, Douglas Santos tem como grande marca a conquista do ouro olímpico em 2016, no Rio de Janeiro, quando fez parte do grupo que garantiu ao Brasil o primeiro título olímpico masculino da história.
  • Um dos grandes líderes da Seleção Brasileira e, vale ressaltar, um dos "preferidos" de Ancelotti. Revelado pelo São Paulo, construiu a maior parte da carreira no Real Madrid, onde se tornou um dos melhores volantes do mundo e peça fundamental de uma geração multicampeã. Antes de voltar ao Real, passou pelo Porto e, em seguida, seguiu para a Inglaterra, no United. No Madrid, principal clube de sua carreira, Casemiro conquistou cinco Champions League, três La Liga, três Mundiais de Clubes, três Supercopas da UEFA, três Supercopas da Espanha e uma Copa do Rei. Foi lá que Casemiro formou um meio-campo histórico ao lado de Toni Kroos e Luka Modrić, ficando conhecido mundialmente. Pela Seleção Brasileira, Casemiro tem muita história - o "cão de guarda" disputou as Copas de 2018 e 2022, foi campeão da Copa América de 2019 e chega a 2026 para o que provavelmente será seu último Mundial.
  • É um dos jogadores mais importantes da Seleção no ciclo. Revelado pelo Athletico, ele ganhou projeção nacional antes de se transferir para o Lyon, da França. Depois, chegou ao Newcastle, onde se tornou referência técnica, líder do meio-campo e um dos principais nomes do projeto do clube inglês. Bruno é um meio-campista completo. Pode atuar como primeiro volante, ajudando na saída de bola, ou mais adiantado, participando da criação e chegando ao ataque. No Newcastle, ganhou experiência em Premier League e competições europeias, assumindo papel de protagonismo e ganhando uma Copa da Liga Inglesa. Pela Seleção Brasileira, esteve na Copa do Mundo de 2022, mas ainda como reserva e com poucos minutos. Agora, chega a 2026 em outro patamar, com status de titular ou peça central da equipe de Ancelotti.
  • Lucas Paquetá, de 28 anos, do Flamengo, é um dos meio-campistas mais técnicos da geração brasileira. Revelado pelo próprio Rubro-Negro, surgiu como uma das grandes promessas do clube, destacou-se no Brasileirão de 2018 e depois seguiu para a Europa, onde defendeu Milan, Lyon e West Ham antes de retornar ao Flamengo em 2026, movimentação importante também pensando na Copa, já que Paquetá deixou o futebol inglês para atuar em uma equipe brasileira competitiva. No West Ham, conquistou a Conference League de 2022/23, título que marcou a passagem pelo clube inglês. Como jogador, Paquetá é um meia de mobilidade, intensidade e boa chegada à área. Pode atuar mais avançado, como meia de criação, ou em uma função de interior, ajudando na marcação e na ligação com o ataque. Pela Seleção Brasileira, Paquetá foi campeão da Copa América de 2019 e disputou a Copa do Mundo de 2022.
  • Uma das novidades mais interessantes da convocação que, aos 25 anos, representa o "sangue novo" entre nomes tradicionais da Seleção. Revelado pelo Palmeiras, ele surgiu como um volante moderno, de boa imposição física, chegada ao ataque e capacidade de marcar. Do Brasil, foi para o Nottingham Forest, da Inglaterra, mas não teve no clube inglês a sequência esperada. Assim, ele voltou ao futebol brasileiro com o Botafogo, onde de fato ganhou destaque. Com mais minutos, confiança e protagonismo, Danilo voltou a mostrar as qualidades que chamaram atenção no início da carreira, podendo atuar como segundo volante, mas também contribuir em uma estrutura mais física no meio-campo. Na Seleção Brasileira, Danilo ganhou força na reta final antes da Copa. Nos últimos testes feitos por Ancelotti, ele se colocou como uma opção real para mudar a forma de jogar da equipe, recebendo um voto de confiança do Mister.
  • Outro volante de grande experiência internacional. Revelado pelo Fluminense, iniciou a trajetória europeia ainda jovem, passou pelo Real Madrid Castilla e se consolidou no Monaco, da França. Depois, foi para o Liverpool, onde viveu o auge da carreira. Com os Reds, Fabinho foi peça importante de um time histórico comandado por Jürgen Klopp, atuando como volante de marcação, com grande leitura defensiva, força física e capacidade de proteger a zaga. Na Seleção, ele já participou de ciclos anteriores e esteve na Copa do Mundo de 2022. Embora tenha perdido visibilidade ao se transferir para o futebol saudita, voltou ao radar de Ancelotti pela necessidade de um volante experiente para substituir ou acompanhar Casemiro, ganhando assim mais uma Copa para o "currículo".
  • É o principal nome ofensivo da Seleção Brasileira, e ganhou o mundo quando, em 2024, quando foi eleito melhor jogador do mundo pela Fifa e ficou em segundo lugar na Bola de Ouro. Revelado pelo Flamengo, Vini surgiu como uma das maiores promessas do país e foi vendido ainda muito jovem ao clube espanhol, antes mesmo dos 18 anos de idade. No Real Madrid, se tornou estrela mundial e protagonista do time por alguns anos, vencendo impressionantes 14 títulos. Na Seleção, Vini não é novato, tendo disputado a Copa do Mundo de 2022 apesar de não ter nenhum título até então e uma fama de não ser tão bom pelo Brasil quanto é pelo Real Madrid. Hoje, no entanto, é o jogador que mais carrega expectativa de decisão na busca pelo hexa.
  • Tem experiência na Seleção e é um dos atacantes brasileiros mais consolidados no futebol europeu. Revelado pelo Avaí, passou por Vitória de Guimarães e Sporting, em Portugal, Rennes, na França, e Leeds United, na Inglaterra, antes de chegar ao Barcelona, onde ganhou projeção mundial. Canhoto, intenso e competitivo, Raphinha costuma atuar pelo lado direito, buscando diagonais para finalizar ou criar jogadas. Também é um atacante que ajuda muito sem a bola, pressionando, recompondo e dando equilíbrio ao setor. Em 2025 ficou no quinto lugar do prêmio 'Bola de Ouro'. Pela Seleção Brasileira, Raphinha disputou a Copa do Mundo de 2022 e permaneceu no ciclo seguinte como nome frequente. Em clubes, conquistou sete títulos pelo Barcelona, sendo três La Liga, três Supercopas da Espanha e uma Copa do Rei, além de já ter sido eleito melhor jogador do ano pela LaLiga, Atleta do Ano de 2025 (prêmio Toresky) e artilheiro da Champions League.
  • Revelado pelo Coritiba, Matheus seguiu para a Europa e passou por Sion, RB Leipzig, Hertha Berlin, Atlético de Madrid e Wolverhampton antes de chegar ao Manchester United. Podendo atuar como centroavante, segundo atacante ou jogador mais aberto, ele não é um camisa nove fixo - gosta de se movimentar, sair da área, tabelar e abrir espaços para os companheiros, interessante para ataques rápidos como os de Vinicius Jr. e Raphinha. Na Seleção Brasileira, ganhou espaço por se encaixar em diferentes desenhos ofensivos, virando peça importante no esquema com quatro jogadores ofensivos e tendo boas chances de iniciar a Copa como titular, carregando no currículo um ouro olímpico de Tóquio, nas Olimpíadas de 2020.
  • É um atacante de lado, canhoto, driblador e intenso. Revelado pelo Fluminense, ganhou destaque no futebol brasileiro antes de se transferir para o Betis, da Espanha, e depois voltar ao Brasil para defender o Botafogo, onde viveu um dos momentos mais marcantes da carreira, vencendo a Libertadores e o Brasileirão no mesmo ano. De lá, seguiu para o Zenit, onde seguiu no radar da Seleção. Na Seleção Brasileira, Luiz Henrique ganhou espaço por oferecer uma característica que nem todos os atacantes têm - o drible de lado com capacidade de mudar o ritmo da partida. Ele pode começar no banco, mas é um nome muito útil para segundo tempo, especialmente quando o Brasil precisar abrir defesas fechadas ou atacar em velocidade, sendo uma representação de futuro, já que nunca jogou uma Copa do Mundo ou ganhou um título pelo Brasil, estreando na Seleção em 2024 e ganhando rodagem já com Ancelotti.
  • Rayan, de apenas 19 anos, do Bournemouth, é uma das novidades mais jovens e surpreendentes do radar da Seleção Brasileira. Revelado pelo Vasco, o atacante chamou atenção ainda adolescente pela força física, personalidade e capacidade de finalização. Depois da transferência para o futebol inglês, manteve o bom momento no Bournemouth e passou a ser observado de perto pela comissão técnica de Carlo Ancelotti. Canhoto, Rayan pode atuar aberto pelo lado ou em função mais centralizada no ataque. Na Seleção Brasileira, Rayan surgiu um pouco mais tarde na disputa por vaga, quando o setor ofensivo já tinha nomes estabelecidos. Ainda sem experiência em Copas do Mundo, aparece como nome forte para o futuro da Seleção e como possível peça de renovação para o próximo ciclo.
  • É uma das novidades da convocação. Revelado pelo Cruzeiro, Igor deixou o Brasil ainda jovem e construiu carreira na Europa, passando por Ludogorets, da Bulgária, e Club Brugge, da Bélgica, antes de chegar à Premier League. No Brentford, Igor Thiago ganhou visibilidade por sua presença de área, força física e capacidade de fazer gols, sendo o vice-artilheiro da Premier League na temporada, atrás apenas de Haaland, do City. É um centroavante clássico, que briga com zagueiros, ataca a área, protege a bola e oferece uma referência ofensiva para cruzamentos e jogadas diretas. Na Seleção Brasileira, ainda tem uma história curta, mas mostrou personalidade quando recebeu oportunidades, a exemplo do pênalti que cobrou (e converteu) contra a Croácia no amistoso pré-Copa de março deste ano.
  • Outro atacante formado fora do eixo tradicional dos grandes clubes brasileiros. Revelado pelo Ituano, chamou atenção ainda muito jovem e foi contratado pelo Arsenal, onde se desenvolveu na Premier League e se tornou peça importante do elenco. Martinelli é um ponta de velocidade, intensidade e agressividade. Atua principalmente pela esquerda, mas também pode jogar pela direita, com boa capacidade de atacar espaços, pressionar a saída de bola e acelerar o jogo em transições. Pelo Arsenal, conquistou três títulos oficiais, sendo uma Copa da Inglaterra e duas Supercopas da Inglaterra. O atacante não é novo na Seleção Brasileira, tendo estado na Copa do Mundo de 2022, mesmo ano de sua estreia, e sendo um dos vencedores do ouro olímpico de Tóquio em 2020. A tendência é que seja reserva direto de Vinicius Jr., mas sua versatilidade permite que seja usado em diferentes momentos.
  • Uma das maiores promessas do futebol brasileiro. Revelado pelo Palmeiras, surgiu muito cedo como fenômeno das categorias de base e rapidamente chegou ao profissional, ganhando uma Supercopa do Brasil, dois Paulistas e dois Brasileirões. É um atacante de explosão, força, finalização potente e muita personalidade. Pode atuar centralizado, mas também tem mobilidade para cair pelos lados e participar da construção ofensiva. Ainda adolescente, marcou gols importantes, conquistou títulos e foi vendido ao Real Madrid como uma das grandes apostas de sua geração. Lá, venceu uma Copa Intercontinental e uma Supercopa da UEFA. No entanto, no clube espanhol, tinha dificuldades em sair do banco, inclusive sob o comando de Carlo Ancelotti. Em busca de mais minutos justamente para conseguir uma convocação para a Copa, foi para o Lyon, na França, aposta que deu muito certo. Às vésperas da Copa, Endrick encerrou seu empréstimo no Lyon, com 20 jogos, 8 gols e 8 assistências.
  • Revelado pelo próprio Santos, Neymar foi reconhecido como craque mundial ainda muito jovem, conquistou a Libertadores de 2011 e depois fez carreira na Europa, com passagens muito premiadas por Barcelona e Paris Saint-Germain, antes de seguir para o Al Hilal e retornar ao clube que o revelou. No Barcelona, Neymar viveu uma das fases mais brilhantes da carreira, formando o histórico trio MSN com Messi e Suárez e conquistando Champions League, Campeonato Espanhol, Copa do Rei e Mundial de Clubes. No PSG, foi protagonista, empilhou títulos nacionais e levou o clube à final da Champions League. Pela Seleção, é o maior artilheiro da história e a principal referência técnica brasileira da última década, vencendo a Copa das Confederações de 2013 e o ouro olímpico de 2016. Em Copas do Mundo, Neymar disputou 2014, 2018 e 2022. No entanto, sem defender a Seleção desde outubro de 2023, retorna ao grupo como um voto de fé de Ancelotti após não estar em nenhuma convocação pré-Copa, não sendo, assim, titular absoluto.

Quais são os destaques do elenco?

O principal destaque técnico da Seleção é Vinicius Jr., do Real Madrid. O atacante chega à Copa como uma das maiores estrelas do futebol mundial, jogador de confiança de Ancelotti e principal esperança brasileira para decidir jogos grandes. Pela esquerda, é o nome mais capaz de desequilibrar no mano a mano e transformar uma partida em poucos segundos.

Outro nome central é Casemiro, do Manchester United. O volante carrega experiência, liderança e histórico vencedor. Em uma equipe com muitos jogadores ofensivos, ele será fundamental para dar sustentação ao time, proteger a defesa e organizar a pressão sem a bola.

Na defesa, Marquinhos aparece como o grande líder, sendo capitão do PSG por anos e referência técnica e emocional remanescente de Copas anteriores. Ao lado de Gabriel Magalhães, pode formar uma dupla forte fisicamente, segura pelo alto e acostumada ao futebol de elite.

Entre as novidades, Wesley e Danilo Santos aparecem como surpresas, enquanto Endrick é uma inegável expectativa e esperanças para o presente e futuro da Seleção.

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