COPA DO MUNDO
VAR brasileiro recomendou revisão de pênalti decisivo para Bélgica
Árbitro paranaense é um dos representantes da CBF no torneio


A classificação da Bélgica às oitavas de final da Copa do Mundo de 2026 foi definida em um lance decisivo na prorrogação — e com participação brasileira nos bastidores da arbitragem. O pênalti que eliminou Senegal passou por revisão do VAR, que teve o árbitro paranaense Rodolpho Toski Marques, de 39 anos, como assistente na cabine.
O lance aconteceu aos 12 minutos do segundo tempo da prorrogação, em duelo disputado na cidade norte-americana de Seattle. Em uma disputa dentro da área, Camara acertou um carrinho em Tielemans. Inicialmente, o árbitro Said Martinez mandou o jogo seguir, mas a equipe de vídeo recomendou a revisão do lance.
Além do brasileiro, a equipe do VAR contou com Guillermo Pacheco na função principal e Carlos del Cerro Grande como supervisor. Após a análise no vídeo, a penalidade foi confirmada sob fortes reclamações dos africanos.
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Na cobrança, Tielemans não desperdiçou. O meio-campista bateu firme, no ângulo direito, sem dar qualquer chance de defesa. O gol saiu aos 16 minutos da etapa final da prorrogação e garantiu a vaga belga.
Além de Toski, os árbitros de campo Raphael Claus (SP), Ramon Abatti Abel (SC) e Wilton Pereira Sampaio (GO) representam a CBF na competição, enquanto Bruno Boschillia (PR), Bruno Pires (GO), Danilo Manis (SP), Rodrigo Figueiredo (RJ) e Rafael Alves (RS) trabalham como auxiliares.
No apagar das luzes!
O lance ainda entrou para a história do torneio. O relógio marcava 124 minutos e 43 segundos quando a bola balançou a rede, estabelecendo o gol mais tardio já registrado em Copas do Mundo.

Com a vitória assegurada, a Bélgica agora aguarda a definição de seu próximo adversário, que sairá do confronto entre Estados Unidos e Bósnia, também disputado em território norte-americano.


