FESTIVAL CENÁCULO
Teatro Gamboa tem festival com peça, workshop e bate-papo nesta semana
Estratégia integra programação voltada à reflexão sobre as relações entre teatro, memória e saúde


O Teatro Gamboa recebe entre quinta-feira, 10, e sábado, 12, o Festival Cenáculo – Núcleo de Estudos Teatrais, que apresenta o projeto “Finitudes”. A programação reúne peça teatral, bate-papo e workshop.
A estratégia integra uma programação voltada à reflexão sobre as relações entre teatro, memória, saúde mental e experiência humana. Às 19h da quinta, a programação tem início com a “Conversa sobre a Dramaturgia do Eu”, que será realizada gratuitamente.
Entre os destaques do festival está o espetáculo “Atrizes & Danço para Minha Mãe”, protagonizado pelas atrizes Cristina Leifer e Christiane Spínola Veiga, com participação especial de Dionne Barreto. As apresentações acontecem no dia 11 de setembro, às 19h, e no sábado (12), às 17h. Os ingressos para o espetáculo são pagos e podem ser adquiridos através deste link.
No dia 11 de setembro, das 16h às 18h, Cristina e Christiane também ministram o workshop “A Força da Arte na Travessia do Luto e do Câncer”. A atividade, que custa R$ 25, propõe uma reflexão sobre as possibilidades da arte no enfrentamento do luto, do câncer e de questões relacionadas à saúde mental, a partir das pesquisas e experiências pessoais das duas artistas. Quem adquirir o ingresso para assistir ao espetáculo “Atrizes & Danço para Minha Mãe” terá como bônus a participação no workshop.
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Atrizes & Danço para Minha Mãe
A montagem nasceu das experiências vividas pelas duas artistas durante a pandemia. Cristina Leifer transformou em dramaturgia o processo de luto pela mãe e pelo pai, enquanto Christiane Veiga levou para a cena a experiência do diagnóstico e tratamento do câncer.
A partir dessas vivências, as atrizes construíram uma obra que mistura humor, reflexão e autoficção, explorando as fronteiras entre realidade e ficção e a relação entre vida e arte.
Em cena, duas atrizes tentam montar uma peça sobre suas experiências durante a pandemia e, no caminho, encontram humor, afetos e reflexões sobre o absurdo da existência. A montagem rompe a chamada quarta parede e convida o público para uma interlocução direta, fazendo do espetáculo uma obra aberta e construída também a partir do encontro com os espectadores.


