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'GUERRA DE DELIVERY'

Apps de delivery ameaçam império do Ifood no Brasil

Em contra-ataque ao Ifood, aplicativos têm investido em isenção de taxas e novas estratégicas

Carla Melo

Por Carla Melo

20/05/2025 - 12:52 h

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Empresas têm investido em novas estratégicas
Empresas têm investido em novas estratégicas -

O mercado de aplicativos de delivery está ficando cada vez mais acirrado com o anúncio de novos investimentos de empresas de mobilidade e a chegada de uma gigante chinesa que pode bater de frente com a liderança do Ifood no Brasil.

Nas últimas semanas o Rappi e 99Food anunciaram novos projetos para ampliar sua presença de marca também no negócio de entrega de comida, mercado, itens de uso pessoal e entre outros.

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Em meio a uma ‘guerra de delivery’, os aplicativos anunciaram taxa zero para atrair, além do público consumidor, investidores do mercado, em contrapartida as taxas do iFood – que chegam a 23% por pedido, além de mensalidades entre R$ 130 e R$ 150.

Isenção de taxas aos restaurantes

Apesar de ter sido lançado desde 2019, o 99, controlado pela empresa chinesa Didi Chuxing, anunciou a isenção da taxa de comissão e mensalidade por dois anos. Um investimento de US$ 1 bi no Brasil com a volta do serviço 99Foods em 2022.

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O Rappi também anunciou isenção total de taxas, por tempo indeterminado, para novos restaurantes na modalidade full service e pacote de benefícios para os entregadores. Recentemente, o Ifood entrou em uma polêmica ao aumentar a taxa de entrega para entregadores de R$ 1 - o que é um dos pontos mais cobrados pelos trabalhadores.

Os estabelecimentos que aderirem ao programa do Rappi não pagarão taxas de intermediação e de entregador durante três anos. A única taxa que será cobrada é a de adquirência (valor cobrado pelas empresas de meios de pagamento), fixada em 3,5% do total do pedido.

Chegada de gigante chinesa

Além de anúncio de novos modelos de projeto no mercado, há também a chegada de novos negócios, como a gigante chinesa Meituan, que na última segunda-feira, 12, confirmou que vai começar a atuar no mercado de entrega de comida no país com o aplicativo Keeta ainda este ano

O investimento de US$ 1 bilhão (R$ 5,6 bilhões, em conversão direta) no país foi anunciado durante visita do presidente Luiz Inácio Lula da Silva à China para o Fórum Empresarial Brasil-China, em Pequim.

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Por enquanto, a empresa só atua em Hong Kong e em algumas cidades da Arábia Saudita. Atualmente, a Meituan é um dos maiores superapps da China, com atuação em diversas frentes, como entrega de alimentos, transporte, aluguel de bicicletas e venda de passagens.

A plataforma conta com mais de 770 milhões de usuários ativos e impressionantes 98 milhões de pedidos entregues por dia em seu território de origem.

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