AUMENTO NOS PREÇOS
Em maio, conta de luz terá bandeira amarela pela primeira vez em 2026
Neste ano, a bandeira tarifária permaneceu verde de janeiro a abril

Pela primeira vez em 2026, a conta de luz terá a bandeira tarifária amarela, de forma que haverá uma taxa de R$ 1,885 a cada 100 kWh consumidos. Divulgada nesta sexta-feira, 24, pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), a mudança é válida para o mês de maio.
De acordo com a Aneel, a mudança acontece devido à redução de chuvas na transição do período chuvoso para o seco, o que leva a uma geração hidrelétrica menor e ao acionamento de usinas termelétricas, que têm um custo mais elevado.
De janeiro a abril deste ano, a bandeira tarifária permaneceu verde, refletindo as condições favoráveis de geração de energia.
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Entenda as bandeiras tarifárias
Criadas em 2015, as bandeiras tarifárias servem para indicar o custo real da energia e se traduzem no repasse desses gastos ao consumidor final.
- A bandeira verde é a que isenta o consumidor de qualquer taxa extra.
- A bandeira amarela aplica uma taxa de R$ 1,88 a cada 100 kWh consumidos;
- Os patamares 1 e 2 da bandeira vermelha resultam na cobrança extra, a cada 100 kWh consumidos, de R$ 4,46 e R$ 7,87, respectivamente.
Bandeiras tarifárias mês a mês
- Maio de 2025: Amarela;
- Junho de 2025: Vermelha – patamar 1;
- Julho de 2025: Vermelha – patamar 1;
- Agosto de 2025: Vermelha – patamar 2;
- Setembro de 2025: Vermelha – patamar 2;
- Outubro de 2025: Vermelha – patamar 1;
- Novembro de 2025: Vermelha – patamar 1;
- Dezembro de 2025: Amarela;
- Janeiro de 2026: Verde;
- Fevereiro de 2026: Verde;
- Março de 2026: Verde;
- Abril de 2026: Verde;
- Maio de 2026: Amarela.
Preços mais altos na Bahia
Para além das bandeiras tarifárias, a Aneel aprovou reajustes tarifários para oito distribuidoras de energia elétrica no Brasil, incluindo a Neoenergia Coelba, que abastece a Bahia. Divulgada na quinta-feira, 23, a decisão trará um aumento médio de 5,85% nas contas de luz, impactando quase 7 milhões de unidades consumidoras no estado.
Os reajustes foram motivados, entre outros fatores, pelos custos com encargos setoriais, além das despesas com compra e transmissão de energia.
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