ECONOMIA
MEIs terão vantagem para comprar imóveis na Bahia; saiba como
Festival no Shopping Paralela promete crédito facilitado, subsídios de até R$ 55 mil e menos burocracia

Comprar um imóvel pode ficar mais simples para quem é MEI ou trabalha por conta própria na Bahia. Entre os dias 4 e 10 de maio, o Festival Imobiliário da Bahia, que acontecerá no Shopping Paralela, reúnirá, em um só lugar, bancos, construtoras e especialistas para facilitar o acesso ao financiamento, inclusive para quem não tem renda formal.
Quem é MEI ou autônomo entra no jogo
Uma das principais mudanças está no público que passa a ser atendido. Profissionais como motoristas de aplicativo, manicures, ambulantes e outros autônomos, que costumam ter dificuldade para conseguir crédito, ganham espaço.
Com movimentação bancária comprovada, já é possível iniciar o processo apresentando documentos básicos, como RG, comprovante de residência, certidão civil e extratos.
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Subsídio alto e entrada menor
Outro ponto que pesa no bolso: os subsídios podem chegar a R$ 55 mil.
Com renda a partir de R$ 1.950, já é possível acessar programas habitacionais que reduzem o valor de entrada e tornam as parcelas mais próximas da realidade de quem hoje paga aluguel.
Em alguns casos, nem é necessário apresentar declaração de Imposto de Renda, e as taxas reduzidas ampliam ainda mais o acesso ao financiamento.
Também tem opção para classe média
Quem tem renda maior também encontra alternativas. O programa Minha Casa Minha Vida contempla rendas de até R$ 13 mil, com imóveis que podem chegar a R$ 600 mil.
O evento reúne opções para diferentes perfis, com imóveis a partir de cerca de R$ 192 mil.
Há apartamentos com dois quartos e estrutura de lazer, além de casas em condomínio fechado em cidades como Camaçari, Lauro de Freitas e Salvador.
Em algumas situações, há benefícios como isenção de ITIV e até documentação gratuita.
Dá para usar FGTS e até juntar renda
Além do financiamento, o evento permite usar o FGTS como entrada e compor renda com outras pessoas para aumentar o poder de compra.
Também há atendimento com especialistas, rodadas de negociação e visitas a empreendimentos com transporte saindo do local.
Mulheres ganham mais acesso
O modelo também amplia o acesso para mulheres empreendedoras, como cabeleireiras, trancistas e vendedoras autônomas.
Com o registro como MEI e histórico financeiro, esse público consegue iniciar o processo sem depender de carteira assinada.
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