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"Trabalhadores sacrificados": demissão em massa no Itaú gera polêmica

Sindicato repudiou demissões ocorridas nesta segunda-feira

Daniel Genonadio
Por
Agência do banco Itaú
Agência do banco Itaú -

A demissão em massa promovida pelo Itaú, acertando a saída de mais de mil funcionários que trabalhavam em regime home office, nesta segunda-feira, 8, gerou repercussão negativa e fortes críticas do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região.

Por meio de nota, o Sindicato dos Bancários repudiou as demissões, argumentando que no no último semestre, o Itaú obteve lucro superior a R$ 22,6 bilhões, com rentabilidade em alta, consolidando-se como o maior banco do país em ativos. Em meio a esse cenário, o banco promoveu as demissões com a justificativa de baixa produtividade.

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"É inaceitável que uma instituição que registra lucros bilionários promova demissões em massa sob a justificativa de “produtividade”. Os avanços tecnológicos e os ganhos decorrentes da digitalização poderiam ser revertidos em melhores condições de trabalho e em emprego decente", diz trecho da nota do Sindicato dos Bancários.

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Em seguida, o Sindicato dos Bancários diz que "enquanto os trabalhadores são sacrificados, os acionistas seguem acumulando ganhos recordes".

Decisão do Itaú

O Itaú promoveu na segunda-feira, 8, a demissão, sem aviso prévio, de mais de mil funcionários que trabalhavam em regime híbrido ou integralmente remoto.

A instituição financeira alega que a demissão em massa ocorreu após serem detectadas inatividades nas plataformas e registros de ponto dos trabalhadores. Em alguns casos, períodos de quatro horas ou mais de suposta ociosidade.

Os bancários demitidos atuavam no Centro Tecnológico (CT), CEIC e Faria Lima. O banco havia informado que os empregados estavam sendo monitorados há mais de seis meses quando foi detectada "baixa aderência ao home office".

“O Itaú Unibanco realizou hoje desligamentos decorrentes de uma revisão criteriosa de condutas relacionadas ao trabalho remoto e registro de jornada. Em alguns casos, foram identificados padrões incompatíveis com nossos princípios de confiança, que são inegociáveis para o banco. Essas decisões fazem parte de um processo de gestão responsável e têm como objetivo preservar nossa cultura e a relação de confiança que construímos com clientes, colaboradores e a sociedade", disse o Itaú.

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