ELEIÇÕES 2026
Ataques a Flávio Bolsonaro podem fortalecer Michelle; entenda
Senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) é considerado o principal adversário do presidente Lula (PT) nas eleições de outubro

A expectativa pelo início dos ataques à pré-candidatura de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) à Presidência da República, por parte do PT, pode beneficiar a ex-primeira-dama, Michelle Bolsonaro, enteada do senador, e que está cotada para ser candidata à Casa Alta pelo Distrito Federal.
À princípio, o liberal cairia nas pesquisas e, com essa queda sendo mais brusca do que o esperado, faria com que houvesse tempo hábil para a direita trocar de candidato até o período das convenções partidárias, que acontecem entre os dias 20 de julho e 5 de agosto.
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Caso a decisão seja pela mudança, a bola da vez seria justamente a ex-primeira-dama. Neste eventual cenário, segundo o colunista Igor Gadelha, do Metrópoles, ela poderia dificultar o cenário para a esquerda.
Evangélica, ela não enfrenta a resistência de pastores populares e enfraquece a narrativa de “machismo” contra a direita. Ela, por exemplo, levaria o presidente Lula a ter de medir as palavras em debates, sob risco de ele perder votos com possíveis ataques.
DF pode eleger só mulheres para o Senado em 2026
Entre as várias nuances, as eleições de 2026 podem registrar um fato inédito: o estado ter uma bancada composta apenas por mulheres. O cenário pode ocorrer no Senado, pelo Distrito Federal — atualmente, dos três congressistas de mandato, dois são mulheres: Damares Alves (Republicanos) e Leila Barros (PDT).
No pleito de outubro deste ano, os dois candidatos mais bem avaliados pelos eleitores tomarão posse na Câmara Alta em fevereiro de 2027. Na unidade da Federação, as principais chapas são formadas por mulheres.
De um lado, o PL lançou uma chapa "puro-sangue", com a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro e a deputada federal Bia Kicis. Do outro, Leila Barros vai buscar a reeleição ao Senado e deve ter como parceira a deputada federal Érika Kokay (PT).
Assim, se duas mulheres forem eleitas, a bancada da unidade federativa no Senado será 100% feminina.
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